Elvis 1956




quinta-feira, 2 de julho de 2015

Elvis Presley entra para a lista de "Ícones Musicais" do correio norte-americano

Preços baixos em Selos postais de Elvis Presley Tuvalu Celebridades | eBay


O músico será homenageado com um ‘forever stamp’, um selo permanente
Elvis Presley vai ser homenageado com um selo da coleção Music Icons do correio norte-americano, estampando mais um dos ‘forever stamps’, selos permanentes – que já contam com edições em tributo a Ray Charles, Johnny Cash, Lydia Mendoza, Jimi Hendrix e Janis Joplin. A estampa vai estar disponível a partir do dia 12 de agosto, quando acontece em Graceland uma cerimônia oficial de lançamento, como parte da comemoração anual Elvis Week. A série Music Icons foi lançada pelo correio norte-americano em 2013, como um tributo a “músicos amados, cujo trabalho e estilo de vida quebraram barreiras na música.”


Falando em Elvis: uma exposição permanente em homenagem ao artista está aberta em Las Vegas, no Westgate Resort & Casino, onde o cantor fez mais de 600 shows. O nome Graceland Presents ELVIS: The Exhibition – The Show – The Experience já dá uma boa ideia de como é a mostra, que conta com literalmente centenas de itens jamais vistos fora de Graceland, a famosa propriedade de Elvis em Memphis. O Westgate também vai estrear um novo espetáculo e abrir uma nova capela para casamentos, tudo em homenagem ao músico. “É uma verdadeira honra unir forças a Graceland para trazer Elvis de volta ao Wetsgate”, comentou David Siegel, CEO do resort, em um comunicado oficial. A exposição está aberta desde o final de abril.


FONTE DE INFORMAÇOES BLOG ITAPEMA FOTO DIEGO ELVIS

quarta-feira, 1 de julho de 2015

ELVIS E SUA VISÃO DA MUSICA NO FUTURO






LEITURA DIRIGIDA AOS FÃS DE ELVIS PRESLEY, CONTRABAIXISTAS E MÚSICOS EM GERAL...
Uma fixação de Elvis Presley era o contrabaixo elétrico, um instrumento surgido no início dos anos 1950, embora ainda novidade para alguns naquele ano de 1957. Talvez inconscientemente, uma vez que era dotado de um incrível dom musical, Elvis já percebesse que o contrabaixo era o instrumento mais importante numa banda e estava ficando quase impossível, nos shows ao vivo, sonorizar o incomodo baixo acústico do seu contrabaixista Bill Black
Elvis pegou o telefone em Graceland, decidido a comprar um Precision Bass Fender para Bill.
O vendedor da loja atendeu ao telefonema:
- K.O. Houck Piano Co. de Memphis, boa tarde. Em que posso ajudar?
O próprio Elvis estava no fone:
- “Eu quero adquirir um daqueles baixos portáteis. Você sabe, né? Um elétrico”.
E o instrumento foi entregue em Graceland.
Além de moderno e quase no formato e tamanho de uma guitarra, o baixo elétrico ocuparia bem menos espaço que o grande “rabecão” e resolveria o problema de som nos palcos, mas Bill Black preferiu utilizar os dois baixos, tanto nos palcos como nos estúdios. O elétrico ainda era estranho para ele.
Sempre houve descrédito na musicalidade do contrabaixista Bill Black. Muitos eram de opinião que seu irmão Johnny Black, que tocava na banda de Johnny Burnette, era bem melhor. Mas nos shows de Elvis, a presença de palco de Bill compensava. Ao contrário do introvertido guitarrista Scotty Moore, o contrabaixista Bill Black dançava, cantava, gritava, sentava no grande instrumento como se estivesse cavalgando, cenografia que muito contribuiu para a desenvoltura de Elvis no começo de sua carreira. Quantas não foram às vezes, no início de tudo, em que o mascador de chiclete Bill Black se via obrigado a animar o show quando a figura e os trejeitos inusitados de Elvis não eram aceitos por algumas platéias. A técnica de slap de Bill no baixo acústico, sua pegada enfim, é lendária e muitos ainda hoje tentam imitá-lo, além do seu bom humor que divertia a todos nas viagens e gravações.
O próprio Sam Phillips afirmou:
- “Bill Black era tecnicamente um dos piores baixistas do mundo. Mas gente, como ele batia (slaping) naquelas cordas!”
O Coronel, por seu lado, não após Bill Black ter rodado seu instrumento, levantado os braços e soltado um grito, o que muito motivou a platéia de marujos durante o show que Elvis realizou no convés do navio no programa de Milton Berle.
O Coronel ordenou para que o contrabaixista não fosse tão aparecido no palco:
- Menos, Bill, menos. O artista é Elvis!
Bill Black já se aborrecera com o Coronel e suas repetidas piadas menosprezando contrabaixistas:
- Sabe qual é a diferença entre um contrabaixo e um caixão? No caixão o defunto fica do lado de dentro! Ah Ah Ah Ah!
- Sabe quantos contrabaixistas são necessários para trocar uma lâmpada? Nenhum. Porque o pianista pode fazê-lo com sua mão esquerda!* Ah Ah Ah Ah!
Uma clara alusão no fato de a mão esquerda do pianista fazer a levada musical, os acordes e o baixo nas teclas graves no piano.
Anedotas à parte, se ouvirmos atentamente a gravação original da música “Jailhouse Rock” percebemos que o contrabaixo dá um break no final da música preparando novamente para a primeira parte, enquanto Elvis e os outros músicos, seguindo o arranjo, vão para o final em fade out. Daí o baixo, se corrige, volta ao arranjo, pegando o fio da meada. Comentou-se também que na gravação do rock “Baby I Don´t Care”, Bill Black não conseguia se acertar com o baixo elétrico. Não se acostumara com um instrumento pequeno. Para complicar, embora o contrabaixo seja quase sempre o componente mais importante, o Fenderbass tinha um papel vital em “Baby I Don´t Care”.
- “Nervoso, Bill joga o baixo no chão e sai do estúdio. Elvis Presley então pega o Fender e ele mesmo grava a música. (!?).”
Pelo menos foi o que me contaram e a foto tenta mostrar.
Trecho condensado do vol. 1 da 5ª ed. do livro "Elvis. Mito & Realidade".



FONTE DE INFORMAÇOES MAURICIO CAMARGO BRITO AUTOR DO LIVRO ELVIS MITO E REALIDADE

REVISTA DO ANO DE 1973 GARANTIA QUE ELVIS PRESLEY E ANN - MARGRET AINDA TERIAM UM RELACIONAMENTO

Movie World Magazine [United States] (March 1973) | Ann margret, Elvis  presley, Elvis

Talvez O Maior Buchicho Que Estourou Nas Revistas E Tabloides De Cinema No Ano De 1964 Foi O, Caso De Amor Entre ELVIS PRESLEY E ANN- MARGRET,, O Rei Já Havia Visto A Bela No filme baybayBird e se encantou pela bela estrela e quando a MGM colocou O REI  em mais um projeto nas telas do cinema adivinhe quem O REI exigiu que fosse seu par romântico logico que a bela ANN e durante o filme eles tiveram um relacionamento quente como o próprio REI disse ao coronel o caso rolou durante todo o filme e até muito tempo depois há quem diga que O REI tinha a intenção de deixar priscilla para se casar com ANN e a revista garante que os dois ainda teriam um relacionamento no ano de 73 se é verdade ou não só ANN pode confirmar mas sabemos que isso ela já mais fara,,,,

 

 

segunda-feira, 29 de junho de 2015

FOTO DO DIA




o ano de 1972 foi um dos anos mais movimentados da brilhante carreira de ELVIS PRESLEY perdendo apenas para o ano de 1956 ano em que Elvis foi abraçado pelos braços do mundo quando se tornou o ator mais rentável do cinema americano,, em  1972 Elvis era o dono do mundo fazendo shows por quase todas as cidades dos estados unidos sempre arrastando multidões shows com lotação esgotada apesar de sua vida com a esposa estar ruindo mas O REI esqueceu de si para dedicar amor há sua imensa legião de adoradores o sucesso de Elvis era tão grande que foi proposto ao REI um documentário intimo de sua vida que mostraria Elvis um pouco diferente ao mundo mostraria Elvis por de traz dos palcos antes dos super shows e depois ao entrar na sua super limosine e ir para a próxima cidade O REI aceitou esta proposta e no ano de 1972 foi feito Elvis on Tour um documentário perfeito ganhador do premio globo de ouro como o melhor documentário do ano de 1972 e um dos melhores na historia da musica,, depois deste grande sucesso O REI voltou para LAS VEGAS para mais shows com lotação esgotada sempre com muito sucesso
A FOTO ACIMA É DA TERCEIRA TEMPORADA DO REI EM VEGAS NO ANO DE 1972

Festival reúne covers de Elvis Presley em BH




Atrações de Porto Alegre (Di Presley) e São Paulo (Adam Presley, Elvisback Big Band e Heitor Crespo) vão animar o Elvis Fest Minas, cuja segunda edição será realizada amanhã e sábado, no Teatro Alterosa, em Belo Horizonte. Estarão em cena homenagens ao ídolo do rock’n’roll, cuja consagrada trajetória atravessa décadas como a (re) afirmar a máxima de que Elvis, realmente, vive.

Que o diga o cover Di Presley. Depois de vencer os principais festivais do gênero mundo afora revivendo o ídolo, ele se prepara para disputar o maior deles, realizado nos Estados Unidos. Com pouquíssimos ingressos para sábado, o Elvis Fest Minas será aberto amanhã comshow em que cada atração representará o ídolo em fases distintas de sua trajetória.

VOLTA

Enquanto Di Presley representa o Elvis dos anos 1970, Adam Presley se responsabiliza pelas décadas de 1950 e 1960 – sobretudo quando o cantor decidiu voltar aos palcos, em 1968, depois de passar anos se dedicando ao cinema. A banda Elvisback Big Band, cujo guitarrista é Heitor Crespo, acompanha os dois.

Adam Presley, de 25 anos, conta que a carreira como cover de Elvis Presley surgiu por acaso, em 2006. “Comecei assistindo a eventos de fã-clubes e fui me motivando a fazer shows ao vivo com banda”, diz o cantor paulista.

Classificado em terceiro lugar em um festival de covers norte-americano, Adam optou por se dedicar ao período da carreira do ídolo que melhor se adaptava à sua idade. Daí a preferência por Elvis Presley mais jovem, que brilhava na música e, principalmente, no cinema.

O Elvis Fest Minas é uma realização do Fã-Clube Elvis Uai, presidido pelo produtor Paulo Bonfim. Parte da renda será revertida para o Instituto Novo Céu, que funciona no Bairro Jardim Laguna, em Contagem, atendendo crianças com paralisia cerebral.

A primeira edição do festival, ocorrida no ano passado, reuniu cerca de 500 fãs de Elvis Presley no Clube dos Oficiais da Polícia Militar de Minas Gerais, na capital. Agora, a expectativa é esgotar as entradas para as duas noites no Teatro Alterosa, que tem capacidade para receber 320 pessoas.

Segundo Paulo Bonfim, o fã-clube mineiro reúne cerca de 150 admiradores do cantor americano. A página oficial do grupo soma cerca de 3 mil acessos.

Ícone do século 20

Ícone da cultura pop, Elvis Presley (1935-1977) ajudou a construir o imaginário do século 20. Cantor e ator, ele influenciou a maneira de vestir, falar, dançar e de se comportar de jovens de todo o mundo – ganhou até o apelido Elvis The Pelvis, com suas coreografias sensuais e calientes. Garoto pobre criado no Sul dos Estados Unidos, Elvis Aron Presley começou a chamar a atenção em 1954. Fez sucesso nos palcos e no cinema. Enfrentou a decadência no fim da vida, engordou, mas deixou como legado um exército globalizado de covers
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ELVIS FEST MINAS II


FONTE DE INFORMAÇOES SITE UAI.COM

domingo, 28 de junho de 2015

FOTO DO DIA

Elvis Presley and JD Sumner(a bass singer who sang backup for Elvis), early  1970s : r/OldSchoolCool

a amizade entre ELVIS PRESLEY e o fantástico cantor de voz grave JD SUMNER
chegava há ser muito além de uma amizade chegava há ser um relacionamento de pai e filho pois é assim que JD sempre considerou o rei como sendo seu filho pois o carinho entre os dois vinha de longa data desde os tempos em que ELVIS era apenas uma criança e quando ficava sabendo que  os jordanaires grupo de seu maior ídolo JD SUMNER  iria se apresentar e o pequeno ELVIS fazia de tudo para velos um dia foi pego tentando entrar escondido mas foi pego pelo próprio JD que quando descobriu que o pequeno ELVIS tinha paixão pelo gospel resolveu deixar que o pequeno Elvis entrasse de graça em todos os shows do grupo e quem diria que anos depois o pequeno PRESLEY se tornaria o artista mais famoso da terra e que teria seu ídolo cantando ao seu lado isso aconteceu pela primeira vez em 1971 pois o lendário JD havia montado um outro quarteto com o nome de THE STAMPS QUARTET e por um convite do REI os the stamps foram o grupo escolhido para o ano de 1971 e o sucesso foi tanto que o grupo se tornou uma atração a parte nos shows de Elvis principalmente JD com sua voz sem igual o amor de Elvis por JD era tanto que em 1975 durante um show o rei parou o show para falar sobre JD e ao final disse ao seu ídolo devo tanto há você por eu estar aqui hoje que quero lhe dar um presente e o REI tirou do dedo um anel com o TCB que era sua marca pessoal e deu para seu ídolo e disse amo você JD,,, um outro fato curioso é que no ano de 1977 um dia antes de morrer ELVIS ligou para JD e disse que queria velo para conversar e infelizmente JD não pode ir e O REI se foi sem poder dizer oque queira para JD isso foi algo que JD se culpou por toda vida


NA FOTO ACIMA ELVIS BRINCA COM JD FOTO DO ANO DE 1976,,, O LENDARIO CANTOR JD SUMNER MORREU EM 16 DE NOVEMBRO DE 1998

sábado, 27 de junho de 2015

FOTO DO DIA




diferente do que muita gente sem informação e que se diz ser fã de ELVIS pensa o ano de 1976 foi um ano de muitos shows para ELVIS pois os anos de 76 e 77 foram os anos em que ELVIS mais se apresentou ao vivo, o ano de 1976 também seria marcado como o ano em que se encerraria as temporadas em LAS VEGAS mas foi um encerramento digno de UM REI que é oque ELVIS PRESLEY sempre foi o ultimo show do REI em VEGAS foi o melhor e o mais visto naquele ano em toda historia da musica e a maior lotação de LAS VEGAS perdendo apenas para o show de estreia do próprio ELVIS em LAS VEGAS no ano de 1969 o show de estreia do REI EM VEGAS foi mais assistido do que há chegada do homem na lua naquele mesmo ano e isso é um fato histórico até hoje


OBS A FOTO ACIMA PERTENCE AO ULTIMO SHOW DA TEMPORADA  DE ELVIS EM LAS VEGAS NO ANO DE 1976 O NOME DESTE JUMP É Indian father  OU pai indiano em português