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O colecionador Cassio Ricci do Paraná está vendendo o LP "Pot Luck" autografado por Elvis. O LP vem numa moldura juntamente com o certificado de autênticidade americano. Cássio é um colecionador há mais de 35 anos e possui em seu acervo cerca de 6.000 ítens. Ele também realiza exposições em seu Estado geralmente em agosto. O valor do item é de 1500 reais mais as despesas de correio. Se você deseja entrar em contato com Cássio Ricci, ligar para (41) 3262 2962 ou (41) 9652 3462 ou pelo e-mail: cassio.natacao@hotmail.com
FONTE DE INFORMAÇÕES E AGRADECIMENTOS AO SITE ELVIS TRIUNFAL


JD fontana foi o primeiro baterista de elvis presley ele conheceu elvis quando em 1954 quando quando o rei gravou seu primeiro disco na sun records apartir dai ele elvis scotty e billy começaráo a se apresentar em shows pelos estados unidos
JD fonta ficou com elvis até 1968, acompanhe a entrevista
Ele poderia ter presenciado o exato momento em que Bill Gates criou o sistema operacional Windows. Ou poderia estar ao lado da pessoa que acionou o botão e despejou as bombas atômicas sobre o Japão. E ainda, poderia ter ajudado a criar a penicilina.
Na verdade, Dominic Joseph Fontana não apenas presenciou -mas também participou- de um evento tão marcante para humanidade quanto os citados acima: tocou bateria no primeiro disco de Elvis Presley. Aquele, homônimo, de 1956, com a capa preta e letras coloridas, que caiu como uma bomba na cultura ocidental.
Mais conhecido como D. J. Fontana, o baterista não participou apenas do primeiro disco do rei do Rock, como de quase tudo que ele gravou nos 14 anos seguintes de sua carreira, além de acompanhar de perto toda a ascensão do ídolo e conseqüentemente da "elvismania".
É de autoria de Fontana, batidas cruas, rápidas e pesadas, que acabaram tornando-se a fundação da maneira de se tocar bateria no rock. Marteladas demolidoras como em "Hound Dog", "Blue Suede Shoes" e "Jailhouse Rock" ou minimalista, como em "Heartbreak Hotel". Ao lado de Bill Black (baixo) e Scotty Moore (guitarra), Fontana fez parte da banda original de Elvis, que o acompanhou em seus primeiros discos e em suas primeiras turnês.
Hoje, Fontana faz alguns shows pelos EUA, utilizando-se do nome que ganhou junto aos fãs do Elvis. Recentemente, tocou no disco solo do Ronnie Wood, guitarrista dos Rolling Stones.
Assim como aquele tio distante, que você pouco encontra, não precisa muito para que Fontana desfile histórias de sua vida quando jovem -ainda mais quando esse período foi totalmente ao lado de um dos maiores mitos da história
Elvis e DJ Fontana em ação, em 1956
O que mudou na música desde que Elvis morreu?D.J. Fontana: Muita coisa mudou desde 1977. Mas ainda existem muitos jovens que começam a se interessar por Elvis. E isso é genial. Como da velha guarda, poderia posar aqui de saudosista e dizer que naquela época era melhor e coisa e tal. Existem muitas bandas boas por aí. Eu não ouço, mas reconheço coisas boas. Mas sim, naquela época o rock era mais feito com o coração. Existiam as preocupações em vender, claro, mas ficava restrito apenas entre os chefes das gravadoras. Lembro de que quando Elvis foi contratado pela RCA, boatos de que alguns chefões estavam com a corda no pescoço caso ele fosse um fracasso, surgiram. Mas ninguém confirmava. Esse tipo de coisa ficava apenas entre escritórios.
O que seria do rock sem Elvis?
D. J. Fontana: Possivelmente, uma moda passageira. Elvis pode não ter sido o artista mais criativo de sua geração, mas foi o catalisador fundamental para que o rock deixasse o gueto e invadisse todos os lugares. Sem Elvis, Chuck Berry e Little Richards não agüentariam tudo sozinhos. Elvis mudou mais do que a música, mudou o comportamento e o modo de agir e pensar de toda uma geração. E isso não se consegue apenas com boas canções, sim com algo a mais.
Quando o sr. viu Elvis pela primeira vez?
D. J. Fontana: Eu encontrei Elvis pela primeira vez no começo de 1954, no Lousianna Hayride, que era ao mesmo tempo um programa de rádio e um lugar para shows. Era um dos programas mais ouvidos dos EUA. Elvis, Scotty Moore (guitarrista) e Bill Black (baixista) tinham uma apresentação e precisavam de um baterista e eu estava por lá. Dei a sorte de ser o cara certo na hora certa.
Elvis era daquele tipo de pessoa cheia de energia nervosa. Era um cara superativo. Sempre pulando de um lado para o outro ou fazendo alguma coisa. Ele nunca se cansava, mas quando isso acontecia, dormia doze ou treze horas seguidas. Nós íamos para o show dentro de um carro, apenas nós quatro. Nunca conseguíamos chegar a tempo das apresentações, porque não conseguíamos dirigir 100 km sem que Elvis não nos fizesse parar para comprar bombinhas e fogos de artifício. Eu dizia: "Já temos uma sacola cheia" e ele respondia: "Cara, nós podemos precisar de mais". Ele parava e comprava fogos de artifício apenas para ter o que fazer.
Como eram as gravações e os shows com Elvis, naquela época?D. J. Fontana: As gravações eram bem engraçadas. Ele era fácil de se trabalhar e sabia muito bem o que queria ouvir em uma música. Era incrível, ele sempre dava o melhor de si, não importa em que situação fosse.
Os shows no começo eram esquisitos, porque não tinham muitas pessoas. Mas com o tempo, cada platéia era maior e mais selvagem. Algumas bem selvagens, de invadir o palco e causar quebras enormes. Alguns lugares chegaram a recusar nossos shows com medo de acabar destruído. Nós nos divertimos muito nessa época.
Teve um show, no Canadá em 57, eu acho, que foi bem maluco. Os estádios de futebol (americano) são enormes. Os fãs não conseguiam nos ouvir e muito menos nos ver. Aí uma multidão começou a querer se aproximar do palco para nos ouvir. Tinha uns tapumes, para que as pessoas ficassem sentadas. Os donos do estádio entraram em pânico, diziam: "Deus, eles vão destruir todo o campo". Como se aquelas enormes jogadores não fizessem isso regularmente. Mas o que você pode fazer contra 20 mil pessoas? Matá-las? Você não pode fazer isso. Então Elvis cantou algumas músicas e disse: "Nós gostaríamos que vocês voltassem para os seus lugares". E o público voltou, calmamente. Mas na última música eles avançaram de novo e Elvis saiu do palco, deixando a gente ali com as 20 mil pessoas. O palco foi invadido e destruído, mas nós conseguimos salvar boa parte do equipamento antes. Na saída, uns garotos ameaçaram virar o nosso carro. Gritamos que Elvis não estava com a gente, dentro do carro, e nos deixaram ir. Foi assustador.
As turnês eram quase como todas as outras. Íamos para uma cidade, entrava no hotel, tomava banho e já íamos para o lugar do show. Depois dos shows, entrávamos nos carros e já dirigíamos para a próxima cidade. Nunca parávamos nem para ler os jornais, ou ouvir rádio. Dirigíamos a noite toda e dormíamos de dia. Tudo que sabíamos era dirigir. Foi por isso, também, que demoramos um pouco para ter noção do tamanho que a fama de Elvis tinha ganhado.
O que você lembra da primeira gravação com Elvis?
D. J. Fontana: A primeira gravação que tive com Elvis e o resto do grupo foi o momento mais tenso e nervoso da minha vida. Cheguei primeiro que todo mundo e fiquei sentado na bateria, concentrado. Sabia que não podia errar, existiam muitos bateristas tão bons quanto eu. Dentro de mim sabia que dali ia sair alguma coisa grande, não podia deixar de ser parte daquilo. Lembro muito bem do eco que tinha no estúdio. Mas era muito bom, dava uma atmosfera mais crua às músicas. Quando gravamos na RCA, tentaram captar o mesmo tipo de eco que tinha no disco da Sun Records. Espalharam microfones por todos os lados, mas não foi a mesma coisa.
Como era a relação de Elvis com seu empresário, o Coronel Tom Parker? Era verdade que o Coronel era um sanguessuga?
D. J. Fontana: Só posso dizer da época em que vivi bem ao lado dos dois, ou seja, no começo. Bem, o Coronel trabalhava e vivia para o Elvis, ponto. Ele costumava acordar as 5h, quando geralmente estávamos indo dormir, e não dormia enquanto o último ingresso não tivesse sido contado, ou a última foto vendida. Ele não deixava nenhum promotor ir embora enquanto este não vendesse todos os ingressos que estivesse em suas mãos. No entanto, ele não se importava com ninguém mais. Vinte e quatro horas por dia ele só tinha um pensamento: Elvis. Era o garoto dele.
Por que a banda original de Elvis se separou? Por que Bill Black e Scotty Moore saíram e você continuou?D. J. Fontana: Mais ou menos no fim de 57, Elvis já era um sucesso enorme em todo o país. Vendendo muitos discos, fazendo muitos shows... Scotty e Bill quiseram ganhar mais também. O que a gente ganhava, na época, eram US$ 200 por semana e as despesas com comida e coisas desse tipo eram por nossa conta. Os dois tinham dívidas... Na verdade, eles queriam um pouco mais de reconhecimento. Escreveram uma carta para Elvis contando a situação. Pediram para eu assinar e eu não quis, achei que estava sendo tratado bem. Eles até que entenderam. Elvis recebeu a carta e conversou com o Coronel. Tentaram uma negociação, mas não chegaram a um acordo. Nesse meio tempo, os dois foram aos jornais e contaram a história. Elvis se sentiu traído, e eles acabaram demitidos de vez.
Quanto você continuou ganhando?
D. J. Fontana: Tínhamos um salário. Ganhava US$ 200 por semana, quando estávamos em turnê. Fora de turnê, ganhava US$ 100 por semana.
O que o sr. acha da volta da "Elvismania" graças ao comercial da Nike?
D. J. Fontana: Fantástico. Pode falarem o que quiserem, mas a música fez com que muita gente nova começasse a se interessar por Elvis. É um veículo muito bom para mostrar a música do Elvis para as novas gerações. Já se passaram 25 anos e Elvis ainda é o número 01.
Por que os músicos que tocaram com o Elvis não conseguiram nunca mais sair da sua sombra e fazer trabalhos autorais?
D. J. Fontana: É difícil esquecer quando se trabalhou com um dos maiores mitos da história da humanidade. O impacto que a convivência com uma pessoa como Elvis causa em você é enorme. Ainda sinto prazer em viver como se fosse naquela época. Acho que cumpri minha função perfeitamente. Se Elvis ainda causa fanatismo em pessoas que nasceram depois que ele morreu, imagina em quem conviveu com ele. Mas tudo bem, é um bom trabalho. Já estou nisso há 40 anos. Em qualquer outro tipo de trabalho, já teriam me despedido com 20 anos de casa.
O que o sr. tem feito ultimamente?
D. J. Fontana: Eu acabei de finalizar meu primeiro livro. Chega as livrarias agora em meados de agosto. Chama-se "The Beat Behind the King" ("A Batida por Trás do Rei", numa tradução literal). É o meu primeiro relato de memórias, contendo os 14 anos que eu passei com Elvis. Os discos, filmes, o especial de TV de 68 -aquele onde ele está todo de preto- e todas as aparições em programas diversos. Também tem cerca de 50 fotos, algumas nunca vistas por ninguém. Como um presente para os fãs, o livro também traz um CD grátis comigo contando histórias sobre Elvis. Além disso, vez por outra eu faço alguns shows aqui nos EUA.
Que tipo de música o sr. tem escutado ultimamente?
D. J. Fontana: Eu gosto muito de country, mas o country de raiz, não essas porcarias que tocam nas rádios comerciais. Ouço muita velharia também. Ainda gosto dos discos dos anos 50.
Em algumas gravações dos anos 60, Elvis usava dois bateristas, o sr. e mais alguém. Por que isso?
D. J. Fontana: Esse foi um período triste. Um cara apenas não conseguiria tocar todo o lixo que queriam que a gente gravasse. Naquelas músicas havaianas, por exemplo, tinha bongô, congo, isso e aquilo. Por isso que contratavam outros bateristas.
Naquele especial de 68, onde ele voltou a tocar com sua banda original, esse conceito partiu do próprio Elvis? Foi ele mesmo que te chamou?
D. J. Fontana: Não, ele não me chamou, como não chamou ninguém pessoalmente. Depois que eu parei de tocar com ele, só falei uma vez ao telefone com ele. Elvis sempre tinha pessoas que faziam tudo por ele. Mas a idéia de reunir o pessoal partiu de Elvis, sim. Ele só não fez as ligações.
E a última vez que o sr. o viu?
D. J. Fontana: Acho que foi em 69 ou 70. Fui a Graceland falar com ele. ...........fim







JERRY SCHILLING foi um dos membros da lendaria mafia de memphis, o famoso grupo de pessoas que acompanhava elvis presley em shows e setes de filmes nos anos 60
JERRY permaneceu com o rei até o fim foráo grandes amigos, JERRY chegou a receber muitos presentes de elvis carros joias e até uma bela casa onde vive até hoje,
JERRY ainda é muito visto em especiais de tv e documentarios sobre elvis presley e tambem é muito querido pelos fás de elvis
Abaixo, uma pequena entrevista com Jerry Schilling. Jerry trabalhou para Elvis entre 1964 à 1976, e tinha uma boa relação com o rei. Jerry estava ao lado de Elvis, quando o rei foi visitar o presidente americano Richard Nixon em 1970.
Esta entrevista, publicada originalmente no site Elvis Information Networlk, foi publicada no Brasil no nosso fanzine Elvis News n.º 24 em 2001.
É um depoimento super interessante de Jerry sobre o que se passava ao redor de Elvis. Confira...
Você tem uma vista muito bonita da sua casa.Elvis comprou esta casa para mim.
Você pode falar algo sobre as drogas?
Eu acho que já se foi dito o suficiente sobre as drogas. Tudo foi aumentado e colocado fora de perspectiva e não merece nenhum comentário. Red, Sonny e Dave exageraram e mostraram as coisas totalmente fora de contexto
O que Elvis achou do livro deles (Elvis, What Happened)?Ele me disse que tudo o que poderia Ter sido escrito sobre ele já havia sido escrito. Portanto não o incomodou pessoalmente. O que o incomodou foi que, desta vez, estava vindo do circulo de amigos, para os quais ele tinha feito muitas coisas boas. Feriu seu orgulho. Ele também sentiu que outras pessoas poderiam ser magoadas, como sua filha Lisa, ou Vernon, ou pessoas que trabalhavam para ele. Acho que foi extremamente disconcertante para ele.
Você sabe se Elvis leu o livro?Não. Isso tem sido um mistério. Eu sei que ele sabia sobre certas coisas que foram ditas no livro, mas não sei se ele o leu.
Billy Smith disse que não.Eu não acredito que ele leu. Conhecendo Elvis, e a forma como ele nem gostava de assistir seus filmes, eu duvido que ele tenha lido.
Além da aparente tentativa com John O´Grady de convencer Red e Sonny a não lançarem o livro, Elvis nunca fez nenhum esforço, que você saiba, para impedi-los, ligando para Sonny ou Red?
Sim, ele ligou para Red.
Eu sei que ele ligou para Red uma vez, mas de acordo com o livro, ele disse para eles irem em frente com o que quer que eles estivessem fazendo.
Bem, isso foi depois que ele pensou ser possível convencê-los a esperar antes de lançar o livro. Elvis nunca foi o tipo de pessoa que pede para alguém fazer algo que a pessoa não quisesse fazer. O simples ato de ter ligado para Red foi, se você conhecesse Elvis e eu sei que Red o conhecia, para dizer: "Isso já foi longe demais". Mas ele não ia dizer, "Red, por favor não publique este livro". Ele estaria se rebaixando. Mas o fato de ter ligado e falado com Red, ele estava pedindo desculpas desta forma. Ele era super sensível e nunca queria guardar sentimentos ruins.
Porque na sua opinião, Red e Sonny foram despedidos?
Eu não sei exatamente o porque. Eu acho que foi por várias razões, todas no mesmo momento. Eu sei que Elvis me disse, que eles simplesmente se distanciaram, não estavam mais interessados nas mesmas coisas. Outra razão foi os processos na justiça. Acredito também que Elvis estava se cansando da super proteção, mesmo que ela fosse necessária em certos momentos.

Eu já ouvi dizer que os rapazes, e acho que isso inclui você também, usavam Elvis?Eu não me importo com isso.
Você se separou deles certo?
Algumas vezes, mas eu sempre retornava. Na verdade, eu estava conversando com Lamar uma vez e disse: "Temos que aceitar o fato que, Elvis é uma grande parte de nossas vidas e sempre será".
O que eu estou perguntando é, havia um sentimento verdadeiro ou Elvis era apenas uma segurança financeira?Como eu vejo, eu sempre admirei Elvis, mesmo antes de conhecê-lo pessoalmente. Existe muito marasmo no tipo de trabalho que nós tínhamos. Muitos momentos quando você precisava ter uma força interior para lidar com o estilo de vida. Você diz para você mesmo: "Estou levando este tipo de vida e é tudo que eu sei. E se eu for despedido?". Mas acho que quase todo mundo que trabalhava para Elvis começou como amigo no inicio. Todos nós voltamos por causa da amizade. Não era Elvis dizendo, "Preciso de um contador".
Eu comecei como segurança, fiz dublagem em alguns filmes e trabalhei como editor também, e depois fui relações públicas nos últimos 5 anos. Este foi o trabalho que ele me ofereceu quando ele foi encontrar-se com o presidente Nixon em Washington. Eu estava com ele na época. Ele me ofereceu o emprego e eu recusei a princípio porque a idéia de ficar o tempo todo sem fazer nada, apenas esperando para assistir filmes não me atraía.
Eu disse: "Como você acha que eu me sinto? Nós voltamos para Memphis e eu fico sentado aqui por 3 meses e nós vamos assistir filmes toda noite". Ele era incrível. Ele apenas me disse: "Como você acha que eu me sinto, eu faço a mesma coisa".
Mais tarde ele me enviou cartões que diziam que eu era o relações públicas dele. E os cheques começaram a entrar de novo. Eu prometi a mim mesmo que se começasse parecer como um emprego, eu ía me demitir, porque eu não queria que interferisse com a amizade. Nós não só trabalhamos juntos, nós vivíamos juntos, eu acho que o grupo que trabalhava para Elvis, foi arrumado não conscientemente, mas de acordo com a necessidade, para que Elvis pudesse viver o tipo de vida que queria viver. Eu acho que o grupo permitiu isso.

Por que, em sua opinião, Elvis criou seu próprio grupo e nunca realmente fez algo além de, como você disse, ir ao cinema? Ele pagou as pessoas que o acompanhavam ? Para mim é quase irreal.Primeiro, as pessoas ao lado dele eram pessoas diferentes. Eu acho, basicamente, que o grupo era um reflexo de Elvis. Estamos falando de um cara que era conhecido como maior artista do mundo. Nenhum bobo poderia Ter entrado em cena como Elvis entrou, Ele era tão profundo que ele realmente precisava ir assistir filmes para espairecer um pouco. Nós sabíamos disso. Nós brincávamos como crianças, era uma forma de relaxar. Assistir os filmes era especial para ele e tornou-se seu estilo de vida. Uma época, nós estávamos preparados para ir a Europa em férias. Então tivemos uma reunião com o Coronel que o lembrou que se ele fosse sem dar uma entrevista coletiva local, iria magoar os fãs. Então fomos para Bahamas. Você quer saber porque ele nunca fez coisas que outras pessoas na posição dele teriam feito? Este é o exemplo perfeito.
Você acha que as coisas teriam sido diferentes se a forma como tudo aconteceu com relação a Red e Sonny tivesse sido diferente?Sim. Eu acho que a forma como tudo aconteceu não foi certa. Eu compreendo a raiva deles e concordo. Se Elvis tivesse feito o mesmo comigo eu teria ficado magoado. Mas se você conhecesse Elvis, ele não poderia Ter lidado com a situação diferentemente. Ele não era capaz de olhar para eles e dizer: "Ei, vocês estão despedidos". Ao mesmo tempo, entretanto, tenho certeza que os dois, teriam voltado a trabalhar com ele.
Você acredita que ele teria os chamado pra trabalhar para ele de novo?
Com certeza, mas tudo foi feito de forma errada e eu acredito que eles tinham direito de reclamar, fazer qualquer coisa, mas não tinham o direito de ir escrever um livro e acabar com a imagem do homem.