Elvis 1956




sexta-feira, 7 de setembro de 2012

noticias sobre os 35 anos da morte do eterno rei do rock elvis presley

 Fama e conspiração: morte de Elvis Presley completa 35 anos; relembre

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Nesta quinta-feira (16) a morte de Elvis Presley completa 35 anos e a cena promete se repetir - como nas últimas três décadas: milhares de fãs desembarcam em Memphis, no Estado do Tennessee, para, de alguma forma, prestigiar o Rei do Rock.

Para marcar a data, foi criada a Elvis Week, uma semana dedicada a eventos e homenagens a Elvis, que começou na última sexta-feira (10) e só termina no sábado (18), com a estimativa de reunir mais 75 mil pessoas. Entre as atrações está um concurso de sósias e um tributo ao cantor, este que será realizado em um grande estádio de Memphis, com a presença de Priscilla e Lisa Marie Presley - viúva e filha de Elvis, respectivamente. Trajetória
Nascido em 8 de janeiro de 1935, Elvis Aaron foi o único sobrevivente de dois filhos gêmeos do casal Vernon Elvis Presley e Gladys Love Smith Presley, nascido na cidade East Tupelo no estado do Mississippi.
Na época de seu nascimento, os Estados Unidos viviam uma série de conflitos raciais, e o Mississippi era considerado o epicentro das confusões entre negros e brancos. Em 1936, um furacão devastou a cidade e pessoas de todas as raças se uniram para reconstruir a região. Em meio à pobreza e dificuldades da vida de Elvis, seu pai foi preso quando ele tinha apenas dois anos, por estelionato. Sua família foi despejada e Gladys e Elvis foram morar com os pais de Vermon. Desde pequeno frequentou os cultos da Assembleia de Deus, o que influenciou em sua formação musical. O resultado começou a aparecer quando Elvis tinha 10 anos e ficou em segundo lugar de um concurso de novos talentos. Aos 11 anos ganhou um violão, que se tornou seu "parceiro" durante todo o dia - inclusive enquanto estava na escola. Em 1948, a família Presley se mudou para o Tennessee em busca de melhores condições de vida e foi lá que Elvis trabalhou como lanterninha de cinema e motorista de caminhão. Tamanho esforço valeu a pena e ele conseguiu se formar em 1953, mesmo ano em que pagou US$ 4 para gravar de presente para sua mãe duas músicas: My Happiness e That's When Your Heartaches Begin. Sucesso
Sua carreira profissional começou em julho de 1954, ano considerado o "marco zero" do rock 'n' roll, quando decidiu entrar em estúdio para gravar algumas faixas - foi nessa época que That's All Right, Mama encantou o dono da Sun Records. Dias depois, e após algumas gravações, duas músicas de Elvis começaram a tocar nas rádios de Memphis e se tornaram sucesso imediato. Dez dias depois fez seu primeiro show na cidade.
Não demorou muito e Elvis emendou diversos programas de rádios, aparições em programas de TV e, consequentemente, veio o sucesso. Mystery Trai chegou em 11ª colocação na parada da Billboard, Baby, Let's Play House chega ao 5º lugar e I Forgot To Remember To Forget chegou, finalmente, ao topo da parada. Em 1956 não tinha mais jeito: Elvis Presley havia se tornado um fenômeno, com um estilo que misturava os mais diversos tipos de influência musical e suas apresentações sensuais e empolgantes, que quebravam os pré-conceitos de uma sociedade norte-americana preconceituosa e conservadora. Elvis e Priscilla
Em 1959, enquanto servia o Exército dos Estados Unidos e uma base militar na Alemanha, conheceu Priscilla Beaulieu, filha do capitão. Na época, ela tinha 14 anos e, Elvis, 25 anos. Mantiveram um relacionamento por dois anos, quando Elvis voltou para a América, continuando em contato com a namorada por cartas e telefone, até 1962, quando ela deixou a Europa para morar na mansão do cantor.
Nesta época, Elvis se dedicava muito à carreira cinematográfica e seus filmes eram sucesso absoluto. Entre os destaques estavam Flaming Star, Follow That Dream, Fun in Acapulco e Viva Las Vegas, este último com Ann-Margret, uma sueca por quem se apaixonou. Os rumores de uma provável traição abalaram a relação com Priscilla. Apesar das "crises", em 1966 ele pediu a namorada em casamento, oficializando a união em maio de 1967. Nove meses depois, o casal teve uma filha, Lisa Marie, com quem Elvis mantinha um vínculo muito forte, que permaneceu até sua morte. Elvis e Priscilla se separaram em 1972, por não suportar a ausência do marido e os rumores de traição. Auge
Em 1969, após oito anos, Elvis retornou aos palcos e manteve o ritmo de shows - e o sucesso de público e crítica - até 1977. Durante esse período, chegou ao cume de sua carreira, com mais de mil show realizados, uma performance mais madura e com muitas gravações produtivas, como Suspicious Minds e In The Ghetto.
Na década de 70 fez shows com recorde de público, lançou um documentário de sucesso, foi recebido na Casa Branca pelo então presidente Richard Nixon, voltou ao topo das paradas musicais de todo o mundo e recebeu diversos prêmios, incluindo seu segundo Grammy. Já solteiro, em 1972, conheceu a Miss Tennessee Linda Thompson. O romance deu um ânimo à vida e carreira de Elvis - que considerava o divórcio com Priscilla o segundo maior "baque" após a morte de sua mãe. Em 1974 começou a dar sinais de cansaço e sofria com os problemas de saúde. Apesar da vontade de diminuir o ritmo, Elvis fez turnês muito intensas em 1975 - e chegou a ser hospitalizado duas vezes. Em 1976 se separou de Linda e há duas versões para o rompimento: uma é que Elvis não teria gostado de fotos que ela fez dentro de sua mansão e vendido para uma revista; a segunda é que Linda não aguentava o ritmo frenético da vida de Elvis e seu vício em remédios de venda controlada. Pouco depois conheceu Ginger Alden, com quem namorou até o dia de sua morte. Em 1977, mais magro (muitos apostavam que o motivo seria o novo relacionamento), Elvis realizou shows regularmente, apesar dos problemas de saúde. No dia 26 de junho daquele ano, ele fez o último show de sua carreira, em Indianápolis, antes de tirar alguns dias para descansar, enquanto preparar sua próxima turnê, que começaria no dia 18 de agosto. A morte
Sempre trocando o dia pela noite, Elvis Presley foi ao dentista às 23h do dia 15 de agosto. Voltou realizou algumas atividades em sua mansão, antes de se deitar por volta das 4h. Na época, Ginger Alden contou que ele se levantou às 10h para ir ao banheiro e lá ficou até às 14h, quando ela o encontrou caído no chão.
Ela pediu ajuda, mas era tarde demais. Mesmo assim, uma ambulância foi chamada ao local, na tentativa de ressuscitá-lo. A filha Lisa, na época com nove anos, ficou em estado de choque com toda a cena e telefonou para a ex-namorada de Elvis, Linda Thompson. "Ela repetia sem parar: 'meu pai morreu, meu pai morreu!'", contou ela em diversas entrevistas, sempre emocionada. Às 15h30 Elvis foi declarado oficialmente morto. O motivo teria sido um colapso fulminante, decorrente de um problema cardíaco - a necrópsia também apontou a ingestão de oito ou mais drogas (incluindo morfina). A notícia causou comoção mundial e, nos Estados Unidos, muitos transtornos, como linhas telefônicas congestionadas, estoque de flores esgotado em todo o país e caos nos aeroportos, com voos lotados vindos de todos os Estados. Elvis não morreu
Como todo grande mito da cultura pop dos Estados Unidos - como Marilyn Monroe, James Dean e Michael Jackson -, as teorias conspiratórias caminham lado a lado com a ideia de marca que esses ícones carregam mesmo depois de sua morte. Com Elvis não foi diferente: há os que acreditam e os que garantem terem provas de que ele está mais vivo que nunca!
Alguns defendem a ideia de que ele era um agente que investigava o tráfico nos Estados Unidos e a encenação de sua morte aconteceu para que ele continuasse em segurança com uma nova identidade, depois de prender um poderoso chefe da máfia. Outra coisa que levantou suspeitas é que a certidão de nascimento do Rei do Rock está escrito Elvis Aron Presley e em seu túmulo o nome do meio tem uma diferença: Elvis Aaron Presley. Alguns dizem que o funeral foi feito com um boneco de cera e outros se espantam que seu seguro de vida nunca foi ativado para recebimento. Outra teoria é que logo após sua morte, um homem que dizia se chamar John Burrows - e muito parecido com Elvis - foi visto comprando passagens para Buenos Aires. Esse seria um pseudônimo que ele usava em viagens, como em uma operação do FBI, em que ele se ofereceu para ser informante sobre o comportamento ilegal de pessoas famosas. Um site publicou, inclusive, a suposta foto de Elvis na Argentina. Verdade ou não, fato é que muitos se recusam a aceitar a morte de seu ídolo ou preferem achar uma maneira de mantê-lo vivo. Enquanto teorias (re)aparecem, não há como negar a importância da figura de Elvis Presley - que chocou uma geração conservadora e reacionária, uniu negros e brancos e é considerado por muitos historiadores como um dos maiores nomes da chamada "última grande revolução cultural". Teorias, fatos ou boatos, não restam dúvidas: Elvis ainda vive.








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Uma visita ao nascedouro da música do cantor, no sul dos Estados Unidos, confirma a vitalidade de sua lenda. Passados 35 anos de sua morte, ele ainda é o ícone fundamental do rock

REI EM UMA REPÚBLICA - Elvis Presley: na música, no cinema, na postura de palco, ele foi a encarnação viva do sonho americano

Robert Sullivan, 85 anos, caminha a passos pesados pelo auditório municipal de Shreveport, cidade do estado da Louisiana, no sul dos Estados Unidos. Foi ali, em 1948, que ele iniciou a carreira de técnico de áudio, no programa de rádio Louisiana Hayride, que disputava a audiência dos amantes do country com o Grand Ole Opry. E foi ali que ele testemunhou o nascimento de uma lenda - talvez a maior delas - do rock: em outubro de 1954, fazia sua estreia no Hayride um jovem de cabelos castanhos (que três anos depois seriam tingidos de preto) e um sorriso de lado que derretia as mulheres. Era Elvis Presley. Ele vinha de uma experiência infeliz no Grand Ole Opry, cujo público era tradicional demais para sua música (do episódio, aliás, ficou uma dessas lendas de rejeição prematura que fazem parte do folclore de toda grande estrela: um executivo da rádio de Nashville teria dito ao iniciante que ele deveria largar a música e voltar a dirigir caminhões). O jovem roqueiro levava dez horas para se locomover de Memphis, no Tennessee, onde morava, até Shreveport, onde fazia duas entradas no programa. “Em uma dessas noites, ele mal acabou de tocar e já saiu para viajar mais seis horas até Oklahoma, onde tinha outro show marcado”, conta Sullivan. Em uma conversa com o técnico, Elvis justificou todo esse esforço em termos que, a distância, soam absurdos: “Tenho de fazer isso enquanto sou jovem, porque daqui a um ano ninguém mais vai se lembrar de mim”.
No dia 16 de agosto, completam-se 35 anos da morte de Elvis Presley, e ele continua lembrado como nunca. Mesmo depois dos Beatles, de Michael Jackson e de Madonna, o cantor ainda detém o posto de maior ganhador de discos de ouro e platina de todos os tempos - são 131 ao todo. Ele começou a gravar em um período no qual a aferição de números era nebulosa, mas estima-se que tenha vendido mais de 1 bilhão de discos. Elvis deixou sua presença marcada a fogo no imaginário pop. Sem nunca ter excursionado fora de seu país (descontados aí uns poucos shows no vizinho Canadá), tornou-se uma figura global. Sua voz, sua postura de palco, sua indumentária são imediatamente reconhecíveis, e ele é o astro mais parodiado de todos os tempos. No Brasil, neste ano, dois eventos vão celebrar a memória daquele que foi aclamado o Rei do Rock. A exposição Elvis Experience incluirá 500 artigos pessoais do cantor, entre os quais o famoso e vistoso traje American Eagle, que ele usou no especial Aloha from Hawaii, de 1973. A abertura da mostra, em 5 de setembro, no Shopping Eldorado, em São Paulo, deve contar com a presença da viúva do cantor, Priscilla Presley. Em outubro, São Paulo recebe Elvis Presley in Concert, da TCB Band, que tocou com Elvis de 1969 até sua morte - e vem acompanhada de projeções em vídeo do cantor. As três noites do show estão com lotação quase esgotada. Mostra e show confirmam o status de objeto de culto que Elvis conquistou antes de qualquer outro astro do rock. VEJA visitou a paisagem original do mito: as cidades de Tupelo, Memphis, Nashville e Nova Orleans, locais decisivos para a carreira e para a formação musical de Elvis.



Rei do rock: fãs homenageiam Elvis 35 anos depois da morte do ídolo


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Eles rebolam, dançam e cantam. Tudo para lembrar do ídolo. Já são 35 anos sem o Rei do Rock, sem Elvis Presley nos palcos. Porque, para quem é fã, Elvis não morreu.
Em São Paulo, tudo que lembra o ídolo ainda faz sucesso, até o sanduíche exótico que o cantor amava.
A Galeria do Rock, o templo sagrado no centro de São Paulo. Lugar para aprender: “Essa banda, meu pai não me contou, meu irmão não falou, meu primo, então, não sei”, diz Rafael, de 8 anos.
“Tem um DVD do Elvis Presley em casa, ele não se recorda. Mas tem sim”, afirma Robson Bandoni, pai do menino.
Então vamos dar uma ajudinha. Elvis Presley saiu do sul dos Estados Unidos para ganhar o mundo. Com voz e estilo inconfundíveis, ele conquistou milhões de fãs por todo o planeta e virou referência para o rock mundial.
Em uma loja de CDs e DVDs há 30 mil produtos em exposição. “Tem um aqui que é o supra-sumo da galera, que foi o último show dele em vida, uma semana depois ele morreu, então, o último registro dele no palco”, explica o vendedor.
E para lembrar os 35 anos de morte do rei do rock, alguns fãs brasileiros se reuniram no bar especializado em Elvis Presley.
“Está no coração, eu sempre ouvi Elvis. Aquela imagem que a gente nunca vai esquecer”, conta uma fã.
E para qualquer lado que se olhe, lá esta ele. Sobre a mesa, um menu ao sabor da família Presley. Ainda se encontra o sanduiche que Elvis adorava. “É um sanduiche simples, mas que é um sanduiche que não é muito tradicional aqui para nos brasileiros. É um sanduiche com pão de forma torrado, com pasta de amendoim, e banana amassada”, revela Gilberto Ribeiro, dono do bar.
Luciano e Mauricio são apaixonados por Elvis Presley. Tanto que eles cantam e tocam Elvis Presley há anos. Mauricio chegou a assistir um show do astro nos Estados Unidos.
“Foi em São Francisco, nove meses antes de morrer, que eu tive oportunidade de assistir Elvis ao vivo. Foi muito bacana”, revela Maurício Camargo Brito, músico.
“Fiquei apaixonado pela voz, pelo jeitão, estilão do Elvis. E há quase 33 anos que a gente vêm interpretando Elvis”, conta Luciano Rissetto.
Em setembro será aberta em São Paulo a exposição "Elvis Experience", com mais de 500 itens pessoais do cantor. E a viúva de Elvis, Priscila Presley, deve vir ao Brasil para prestigiar o evento




Filha de Elvis Presley participa de homenagem aos 35 anos da morte do cantor


Lisa Marie Presley, filha de Elvis Presley, fez uma surpresa e apareceu na maratona de celebrações que lembram os 35 anos da morte do cantor.


A cantora conversou com fãs e deu autógrafos em Graceland, mansão onde ele morou, localizada em Memphis, no Tennessee.


Lisa Marie também fez uma aparição junto com sua mãe, Priscilla Presley, e respondeu perguntas sobre o pai, sua vida e sua carreira, segundo o site "New Haven Register".


Foi a primeira vez que ambas participaram na celebração anual em homenagem a Elvis.


"É realmente um espetáculo que merece ser visto", disse Lisa.





A morte de Elvis Presley: 35 anos de um dia sombrio para a música


No começo da tarde de 16 de agosto de 1977 a modelo Ginger Alden procurava seu noivo pelos cômodos da mansão de quase 55 quilômetros quadrados em Memphis, no Tennessee, batizada de Graceland. À época com 21 anos, a jovem sabia dos compromissos do namorado, que tinha um voo marcado para aquele dia, quando começariam as preparações para uma nova turnê. O fim trágico da procura banal calou fundo nos corações de milhões de fãs em todo o mundo e mobilizaria alguns milhares de norte-americanos nas próximas semanas: Ginger encontrou o corpo de Elvis Presley caído no chão de um dos oito banheiros da casa.


Relembre as muitas fases de Elvis em fotos

Conduzido ao Baptist Memorial Hospital, o rei do rock não pôde ser salvo e teve a morte registrada às 15h30 do mesmo dia. Ainda hoje, os motivos que levaram ao falecimento são alvo de controvérsia e levantam hipóteses de overdose, sufocamento e outras teorias mirabolantes.

Em 2010, o médico responsável pela saúde do cantor no fim da vida, George Nichopoulos, declarou à Fox News que um caso de constipação intestinal crônica teria levado à fatalidade. Contudo, um ataque cardíaco iniciado por arritmia foi a causa da morte de Elvis oficializada por laudo médico e aceita pela família.

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Fãs homenageiam Elvis Presley em Graceland

O velório do ídolo atraiu cerca de oitenta mil pessoas aos portões de Graceland, onde o corpo foi enterrado dois dias depois da morte. Seu último single lançado em vida, Way down, havia chegado às lojas três meses antes. Com desempenho fraco em suas primeiras semanas, a canção chegou ao topo das paradas nos EUA e no Reino Unido após o falecimento do intérprete.



deixando bem claro que estas sáo matérias que foráo publicadas em varios sites a todos os meus agradecimentos

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