Elvis 1956




sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

ex de elvis presley péde ajuda para convento de freiras


Resultado de imagem para elvis and dolores hart

Dolores Hart foi uma estrela de Hollywood nos anos 50. Beijou o rei do Rock´n´Roll e contracenou em dez longas metragens. Hoje é a irmã Dolores, dedicou a vida a Deus e vive numa abadia, na pequena cidade de Bethelem, nos EUA, que acolhe mais de 40 freiras.

Hart regressa agora à ribalta, mas por motivos muito diferentes. A abadia de Regina Laudis, onde mora desde 1963, ano em que abandonou a carreira de actriz com apenas 24 anos, está em dificuldades. O mau estado de conservação do edifício obriga a obras de reparação que podem chegar a um valor perto dos 4 milhões de euros.

Sem dinheiro para financiar as obras, Dolores decidiu aproveitar a sua história de vida para ajudar as “irmãs”. A ex-actriz espera que a publicidade facilite a angariação de fundos.

Deixou tudo para trás em nome de Deus, inclusivamente o noivo, que após o cancelamento do casamento manteve-se do lado de Dolores, sendo um visitante frequente da abadia.

“Ainda hoje me perguntam se Elvis beijava bem. Não sei porque me perguntam isso, está tudo à vista no ecrã, é só observar”, conta Dolores que contracenou com Elvis Presley em dois filmes, `King Creole´ e `Loving You´.

Mas o corte com Hollywood não foi radical. Ainda é um membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas – a entidade que organiza e entrega os Óscares – e participa activamente na selecção dos melhores filmes do ano, recebendo na abadia as cópias dos mesmos.





dolores hart foi um lindo e polemico romance de elvis presley polemico porque até hoje dizem que ela tem um filho de elvis, e que esta teria sido a causa de seu afastamento de hollywood e dizem que a culpa é do coronel que náo a queria mais perto do seu garoto ele achava que um filho seria o fim da carreira de elvis,, bom isso sáo só lendas como as muitas outras que tras o nome elvis presley e sera sempre asim.............
veja fotos de dolores ou como se tornou conhecida irmá dolores











elvis gifs animados parte 1



 

 

nesta sessáo do blog  gifs animados de elvis muito legais feitos com imagens de 77 curta muito.........







































livro Elvis What Happened? completo parte 10



continuaçáo do livro Elvis What Happened?


Capítulo - 11

Elvis Presley hoje está gordo e mais velho, mas com um único golpe de suas pestanas longas, escuras ele pode comandar a adoração de qualquer uma de milhões de mulheres de qualquer idade. As mulheres parecem esquecer que estamos no século XX, quando Presley sobe ao palco, e voltam à maneira antiga de adorar ídolos jogando a cautela e as convenções ao vento.
Seja lá o que for que ele tem, ele provoca uma reação que traz de volta a tona o Neanderthal as mulheres, talvez seja semelhante à forma como Farrah Fawcett-Majors afeta os homens. Mas voltando aos dias que Elvis tinha vinte anos e prestes a subir a bordo de uma montanha-russa que o levou a um dos passeios mais incríveis da história do showbusiness, ele certamente não foi nenhum stud – garanhão – no sentido moderno da palavra.
Havia de fato uma legião de adolescentes que o adorava, mas a sua timidez natural, e possivelmente a crença de que “tudo não passava de showbiz,” disse que não era Elvis Presley quem adoravam apenas a sua imagem. Ele zombaria dessa imagem, divertindo-se com a caricatura que ele apresenta no palco. Mesmo hoje, nos seus momentos mais calmos, ele ainda não leva a sua imagem muito a sério. Quando ele entra no palco vestindo uma roupa extravagante, ele é capaz de dizer ao público. “Aqui estou nesta indumentária de Superman.” É uma honestidade que agrada.
E, no início ele manteve-se bastante bem sob controle


ELVIS: O QUE ACONTECEU?

até tirar proveito de todas as mulheres que se atiravam para ele. Ele era, segundo Red, “mais obcecado em tornar-se um artista por causa de sua mãe do que correr atrás de garotas. Ele acreditava no seu canto, ele acreditava em viver uma vida honesta. Ele gostava muito de sua arte. Ele não era nenhum maricas em relação as meninas, mas também não era nenhum cão farejador dentro e fora da cama de todas, pelo menos não naqueles dias. Mais do que tudo, o êxito significou dizer que graças a sua mãe todo o trabalho árduo e sacrifício não foram em vão.”

A devoção de Elvis a sua mãe, e a sua devoção a ele constituem talvez uma das maiores histórias de amor do nosso tempo. E, se ela estivesse viva, os excessos que Presley se permitiu, sem dúvida, seriam mínimos. E sem dúvida pode-se imaginar que uma personalidade mais disciplinada poderia ter evoluído.
 
 
 
“Até ele entrar para o exército,” recorda Red, “ele praticamente só estava envolvido com duas garotas, do Sul, ambas encantadoras e muito bonitas. Uma delas era Dixie Locke e a outra era uma dama chamada Anita Wood. Ele nunca se aproveitou de quem ele era. Somente por volta de 1955 a 1956 houve uma mudança gradual
“Ele ainda tinha algumas regras muito rigorosas quando se tratava de mulheres. Ele nunca vai tolerar qualquer um dos rapazes falando palavrões em frente de senhoras, e ele realmente se desligava de algum amigo que saísse com uma mulher casada ou divorciada. As coisas mudaram, naturalmente.
“Ele era o sonho de toda mãe. Ele diria ‘sim senhora’ e ‘não senhora’ até a morte. Ele sempre se levantava quando uma mulher entrava na sala. Ele era muito genuíno no início.
“Mas então,” diz Red, “quando Elvis ficou mais velho, tornou-se parte de sua arenga. Ele realmente desenvolveu aquele papel de country boy com as mulheres. Nos anos posteriores já não era mais natural, tornou-se sua regra.”
 
 

ELVIS: O QUE ACONTECEU?

Mas onde Red notou uma mudança gradual foi “em direção ao final de 1955, Elvis repentinamente descobriu que ele era um cara muito atraente tanto no palco como fora do palco. E ele começou a perceber que as mulheres gostavam de ir para a cama tanto como os homens. Um dia em Memphis passeávamos no Crow Victoria e encontramos duas garotas. Eu acho que as conhecíamos vagamente. Eram mais sedutoras do que qualquer outra coisa.”
Red e Presley encostaram para o lado das garotas e se ofereceram para levá-las para dar uma volta. As rainhas da ingenuidade é que não eram, e Red percebeu que ele e seu patrão iriam receber mais do que “somente uma volta” com eles. Em outro momento anterior, Presley, muito provavelmente, teria dito a Red, “Eu acho que mamãe não esperaria isso de mim.”
“Eu ainda morava com minha mãe,” Red continua, no Hurt Housing Project. Mamãe - Louis West era o nome dela, estava separada do meu pai, vivíamos juntos no apartamento do projeto habitacional. Ela trabalhava durante o dia. Bem, esse dia minha mãe estava no trabalho.”
 
 
 
Portanto, ele, Presley e as meninas terminaram no apartamento de Red West. Houve algumas preliminares desajeitadas e chegou o momento do acasalamento. Red pegou uma das meninas na sala, e Presley desapareceu com a sua garota no quarto da senhora Lois West. Agora, a mãe de Red tinha dores nas costas. A cama era muito velha, arqueada e mole, mas Red e sua mãe não podiam se permitir comprar uma nova. Em vez disso, Red tinha deixado a cama mais cômoda para sua mãe pondo uma grande placa dura de madeira embaixo do colchão para lhe dar uma firmeza extra. Red e sua garota estavam rolando na cama dele, fazendo o óbvio quando “repentinamente”, diz Red, “ouço um grito, um guincho, algo estralando, e muitas gargalhadas vindo do quarto de minha mãe.” Red apressadamente puxou suas calças e saiu correndo.
“Maldição pensei talvez
 
 

ELVIS: O QUE ACONTECEU?

ela tivesse mudado de idéia e Elvis forçou a barra – embora ele nunca foi esse tipo de cara. Eu não sabia o que pensar. De qualquer maneira, eu corro para dentro do quarto.”
Aparentemente, Elvis estava aplicando o ato de amor com tal vigor que tinha quebrado a placa de madeira que estava debaixo do colchão. O grande momento do êxtase foi pontuado pelo som da madeira rachando. Red ri ao lembrar-se. “Deve ter sido um choque em tanto. Imagine a menina. Lá está ela recebendo-o e repentinamente o mundo inteiro cai abaixo dela. Entrei no quarto e lá estão eles seminus rindo como crianças de escola na cama quebrada.
 
 
“Foi muito engraçado, mas na hora pensei, caramba, man, o velho Elvis está começando a perder a sua timidez. Elvis então começou a relaxar muito mais quando tinha garotas em volta. Como tudo. Quando Elvis gosta de algo, ele o faz o tempo todo. Uma vez que ele descobriu como era fácil adquirir garotas, as levávamos para seus quartos, as vezes duas ou três por dia. Aquele rapaz tinha uma grande constituição física durante aqueles primeiros dias.”
 
 
Foi esse recém-descoberto apetite do jovem Presley que indiretamente levou a um confronto cheio de energia entre Red e o maior guru de todos os tempos do showbusiness, o Coronel Tom Parker. Foi também a primeira reunião de Red com o homem que ele aprendeu a gostar e respeitar ao longo dos anos como “Um grande pai.”
Era 1956 e o Coronel Parker estava cuidando dos negócios de Elvis por volta de um mês.
“Acho que estávamos em algum lugar como a Carolina do Sul,” diz Red West, “e Elvis tinha um show na noite seguinte em Virginia. Quando fazíamos esses lugares costa a costa, não havia muito tempo para brincar. Era o caso de fazer o show, comer alguma coisa, puxar um ronco e se mexer no dia seguinte levando o carro para o próximo lugar. O ritmo pode se tornar muito cansativo.
“Esta determinada noite, Elvis com seus hábitos recém adquiridos com meninas pegou esta gatinha muito bonita. Ele a levou para o quarto do motel e se aninhou com ela.
 
 

ELVIS: O QUE ACONTECEU?

Bem. Agora, na manhã seguinte, levanto e começo a bater em sua porta. Eu batia e gritava, ‘Vamos, man, nós temos que pegar a estrada. Temos que ir para Virgínia.’ Nós já estamos atrasados. Bem, seja lá o que aquela garota fazia, Elvis gostou dela, porque ele não saiu do quarto com ela. Quando ele finalmente saiu, parecia que ele tinha estado numa batedeira de ovos. Ela realmente deu-lhe o que fazer. Bem, estávamos realmente atrasados agora. É tempo de inverno e está nevando e chovendo, um frio dos infernos. Nós pulamos no carro, e dirijo como louco com neve e tudo rumo à Virgínia, para este auditório. Não sei como não morremos naquela viagem – foi uma loucura.
 
 
“De qualquer maneira, depois de uma viagem horripilante, chegamos lá. Eu acho que chegamos quinze minutos atrasados, ou algo parecido. Ainda estava nevando como o inferno, mas em frente deste ginásio vejo esse cara louco de camiseta. Saio do carro e noto que ele está fumando um charuto e ele tem uma expressão em seu rosto como se fosse matar. Agora, me matar, não a Elvis. Então percebo que, apesar do fato dele estar vestindo uma camiseta nesta neve maldita, ele trabalha tanto que está até suando. Oh, Lord, sem ninguém me apresentar eu sabia que tinha encontrado o Coronel.
 
 
“Ele apenas me olha como se fosse arrancar um pedaço do meu rabo. Imediatamente ele começa, ‘Onde diabos você estava? Sabe que horas são? Tenho essas pessoas esperando e você está muito atrasado. Você não pode manter as pessoas esperando. Quem você acha que é?’ Man, eu queria cavar um buraco e mergulhar dentro. Elvis não disse uma palavra. Ele apenas escorregou para dentro e vestiu-se.
 
 
“Fiquei com medo de chegar perto do Coronel a noite toda. Ele começou uma tendência. Quando saia algo errado com Elvis, era sempre a minha culpa. Ele ia direto a mim. Mais tarde, aprendi que ele me tinha como responsável pela estrela era o seu modo de mostrar que ele confiava na minha responsabilidade. E man, eu tenho que respeitar isso, ole boy.
 
 

ELVIS: O QUE ACONTECEU?

“Com ele, era pragmático de qualquer modo. Ele trabalhava dia e noite para Elvis. Juntos, são como duas partes, que quando somadas se tornam um todo. É um severo homem de negócios, mas ele vivi e respira o trabalho de promoção do seu garoto, como ele costuma chamá-lo. Elvis construiu sua fortuna sobre contratos incríveis que ele conseguiu.
“Porém tão firme quanto o seu menino, eu nunca o vi voltar atrás com a sua palavra. Já ouvi várias histórias sobre o Coronel Tom, mas uma coisa é certa: uma vez que ele deu a sua palavra e o seu aperto de mão, ele teria perdido um braço a voltar atrás na palavra.”
 
 
 
As histórias sobre o Coronel cigar-chomping –cortina de fumaça- do Sul, são inúmeras como são as próprias histórias sobre Presley. Mas o Coronel aparentemente opta por não ignorá-las. Ele vive tranqüilamente com sua esposa em uma casa imaculada em Palm-Springs - que, os rapazes West juram, é tão limpa que você pode fazer uma refeição de três pratos no acesso para carros. A maioria dos dias ele começa a trabalhar às seis da manhã, berrando acordos em um telefone. Ele tem um fiel assistente, Tom Diskin. Ele não tem uma grande rotatividade de pessoal. Aqueles que trabalham para ele dão conta do recado têm sido assim, de uma forma ou de outra, desde que ele entrou no negócio. O acordo financeiro entre ele e Elvis não é conhecido, embora alguns digam que o Coronel Tom possua cinqüenta por cento da sociedade.
 
 
Talvez a razão para o Coronel, aparentemente não ter tido tempo para negar algumas das mais escrabosas histórias sobre ele, é que praticamente todo o seu tempo foi dedicado à promoção de Elvis Presley. Ou pode simplesmente ser o instinto do verdadeiro promotor: Não importa o que digam de você, contanto que falem de você (e soletrem o seu nome direito).
Até Tom Parker completar dezoito anos, ele trabalhou em todos os tipos de biscates para o seu tio, que na época dirigia o Great Parker Pony Circus, que, apesar do nome imponente, era de tão mau gosto como a maioria dos shows dos anos vinte. Depois disso ele se virou por contra própria,
 

ELVIS: O QUE ACONTECEU?

  especializando-se na promoção de
circos, mas fazendo todos os outros tipos de biscates até, ocasionalmente,
quiromancia.
   Em 1934, Parker
então com vinte e quatro anos, decidiu se aprofundar no negócio de circo.
Tornou-se um assessor de imprensa e promotor de transações, e descobriu que
poderia ter uma vida satisfatória.

   Naquele tempo,
algumas das maiores e mais equipadas feiras, shows itinerantes e carnivais; contavam com os nomes mais
conhecidos do country and western da
área. O jovem Parker viu um modo melhor de fazer dólares promovendo homens da
música: Colocando um anúncio promocional em um jornal, que oferecia um desconto
ao comprador que adquirisse o cupom em certa loja de departamento ou
supermercado. A loja atuaria como vendedora de bilhetes de um determinado show
– e também estaria atraindo novos clientes, em potencial, para o seu próprio
negócio. Às vezes, Parker seria capaz de convencer a loja a  arcar com as despesas: anúncios de jornais.
Foi um dos primeiros homens do país a promover um show “vinculado” a um evento
completamente distinto. A idéia hoje, é um dos pilares da promoção. Não havia
muita grama crescendo sobre os pés de Tom Parker naqueles dias no Sul, no auge
da Grande Depressão.


A primeira experiência de Tom Parker em se tratando de um
único talento veio através de Gene Austin, que inundou o mercado fonográfico
como seu hit “My Blue Heaven”. Ele promoveu uma série de concertos para Austin
em auditórios e provou a si mesmo que sabia mais da velha arte da promoção do
que a maior parte dos promotores veteranos tinha aprendido. Deu-lhe confiança e
concentrou sua ambição. A música foi, como diriam em uma época mais tarde,
“onde está” na medida em que Tom Praker
se preocupava agora.
   A fama de trabalhador
obsessivo de Tom Parker e sua visão para a promoção começaram a se espalhar.
Eddy Arnold, que mais tarde se tornaria uma lenda da música country, decidiu
contratá-lo como agente de promoção de uma de suas turnês. Tom


ELVIS: O QUE ACONTECEU?


Parker viu o momento como a grande oportunidade de alcançar
o sucesso.
   Antes que Arnold
chegasse à cidade havia uma infinidade de artigos característicos e
promocionais repousando na mesa do escritório do jornal local, todos prontos
para  impressão. Eles haviam sido criados
por um escritor freelance chamado Tom
Parker. Panfletos, cartazes de parede, artigos de jornal, entrevistas de rádio
- estavam todos lá, esperando a comitiva de Arnold chegar, dar o recado e
vencer. Tom Parker não deixou nenhuma área de exploração intocada. Arnold ficou
tão impressionado que finalmente o aceitou como seu gerente pessoal. Foi uma
jogada que ele nunca se arrependeu. “Tom, porque você não arranja um hobby?”
Uma vez ele perguntou a Parker.
   Tom Parker olhou
para ele, tragou profundamente um charuto, e respondeu, “Eddy você é meu
hobby.”


Através de seu próprio talento tanto como o de Arnold,
Parker foi capaz de trazer o grande cantor country abaixo das asas da RCA
Victor. Aquele contato, mais tarde, foi responsável pela decolagem da carreira
de Elvis Presley.

   A parceria Arnold-Parker
durou de 1942 a
1951. Seja qual for à razão para a separação, não foi proveniente, tanto da
parte de Arnold como da parte do Coronel Tom. Ambos os homens só têm coisas
corteses para dizer um do outro.


Sempre
havia um lugar para o “grande promotor” no showbusines,mas no campo da música country, do início dos anos 1950, as estações de
rádio do Sul e do Grand Ole Opry – meca da música country, ambos tinham a sua
própria máquina de talentos. Parker foi capaz de várias ações, mas não, até que
ele pegou Hank Sonw, em 1954, que a sua grande oportunidade surgiu.


   Snow, um Canadense, tinha chegado ao Opry em
Nashville por um caminho longo e tortuoso. Embora seja um nome familiar no seu
Canadá de origem, ele ainda era um desconhecido nos Estados Unidos. O Coronel
Tom mudou tudo isso com seu método
antiquado hard-sell – forte e persistente
publicidade – e a ligação importantíssima com a RCA Victor. Enquanto Hank Snow
estava vendendo mais de um milhão de cópias de seu “I Don’t Hurt Anymore”,



ELVIS: O QUE ACONTECEU?

Elvis
Presley escutava-o através da rádio de Memphis, entre as suas funções,
dirigindo o  caminhão da Crown Electric Company. Nunca em seus
sonhos Presley imaginou que eclipsaria o mestre.  


   Logo no final de 1955, Sam Phillips da Sun
Records em Memphis, fazia um bom trabalho na divulgação dos lançamentos de
Presley nas imediações. Mas Sam, que também tinha Jerry Lee Lewis, Jonny Cash e
Roy Orbison no seu estábulo, achou que talvez Presley estivesse pronto para o
grande salto. Ele foi a Randy Wood, o chefe da Dot Records em Los Angeles, com uma
proposta para vender o contrato de Presley por $ 7.500 dólares, uma soma
gigantesca naqueles dias. Randy Wood era um bom homem de negócios, como Sam, ele
achava que Presley podia fazer alguns discos quentes, mas que “ele era apenas
fogo de palha.” Além disso, explicou Wood ele tinha um novo contratado quente,
um cantor que duraria para sempre. O seu nome era Pat Boone.



   Mas mesmo que Randy Wood estivesse dizendo
não a Sam Phillips, Oscar Davis entoava louvores de Presley ao Coronel Tom.
Embora o Coronel respeitasse a avaliação de Davis, ele não fez um movimento até
que Steve Sholes começasse a ecoar o pensamento de Davis.




O Louisiana Hayride operava da mesma forma que o Grand Ole
Opry, exceto que era realizado e transmitido em Shreveport, Louisiana. O
Coronel Tom foi para Shreveport e ouviu Presley. A conversão foi imediata. E
assim foi o seu reconhecimento de um fator vital sobre Presley: Ele era o único
artista masculino que vendia o que tantas artistas femininas vendiam – sexo.
Desde então, naturalmente, todas as estrelas de rock tem isso no show, mas
naqueles dias cantores do sexo masculino



ELVIS: O QUE ACONTECEU?

eram românticos, tristes,
heróicos, inspiradores, de coração partido – mas nunca sexy.

   O Coronel Tom encontrou Presley e gostou
dele a primeira vista. Ele gostou da maneira como ele reagiu à direção; ele
gostou de sua dedicação. E havia um ingrediente a mais que o Coronel Tom iria
explorar a toda sua excelência: enquanto Presley no palco era uma massa
fervilhante de sensualidade, fora do palco ele era humilde e educado. Esse
contraste se resultaria em
dinamite. Aqui estava um homem, as meninas raciocinariam, que
estava sempre lutando para controlar o demônio dentro dele. Foi o “pulo do gato”
que enriqueceu muitas pessoas ligadas ao jovem motorista de caminhão, de
Memphis.



   “O Coronel,” diz Red, “se ofereceu para
ajudar Bob Neal a empurrar Elvis a áreas onde Bob não conhecia. O velho
conhecia este país como a palma da sua mão. Ele tinha viajado junto com Gene
Austin, Eddy Arnold e Hank Snow nas suas turnês. Era só uma questão de tempo
antes que o Coronel assumisse em tempo integral a carreira de Elvis. Não houve desentendimentos.
O Coronel não furou os olhos de Bob. Foi um consentimento mútuo. Ambos os
homens têm grande respeito pelo outro. Elvis havia superado Memphis, e estava
ansioso por seu desempenho.

Na primeira contratação formal com o Coronel Tom, Presley
obteve a sua primeira grande oportunidade, colocando-o no Louisiana Hayride,
embora ele não o tivesse visto antes de Sheveport. Quando perguntado sobre
determinada parte da carreira de Presley, o Coronel provavelmente dará aquela
risada com a barriga tremendo da qual ele é bem conhecido, entre os seus
associados, e dirá, “Rapaz, eu o coloquei no Louisiana Hayride.”


    Quando Presley
disse ao Coronel que ele e os Blue Moon Boys receberam tratamento de segunda da
equipe de audição do Arthur Godfrey Show,o Coronel o olhou nos olhos e, numa voz que instilou confiança imediata no
jovem disse: “Garoto, nós teremos Nova York e tanto dinheiro que você não
poderá acreditar.” Se alguém em volta de Elvis achou que era

ELVIS: O QUE ACONTECEU?

exagero do Coronel deveriam
mudar de idéia rápido. Menos de três meses após Randy Wood recusar a compra do
contrato de Presley, por $ 7.500 dólares, os contatos próximos ao Coronel com a
RCA Victor valeram a pena. Ele vendeu o contrato de gravação de Presley por $
35.000 dólares, um montante sem precedentes naquele tempo.


   “Agora, por volta desse tempo, ou talvez
tenha sido antes de ele assinar com a RCA,” diz Red,  “Elvis ainda estava em turnê. Ele estava num
patamar mais alto, é claro, e houve momentos em
que ele apareceu no mesmo show com Johnny Cash e Hank Snow. Naqueles
shows eles combinavam a seqüencia na qual se apresentariam. Dependendo da
mistura do show, a estrela normalmente se apresentava por último. Sempre que
Elvis estava com Hank Snow, Hank sempre insistia em ir depois. Não era uma
questão de ego, era simplesmente que ele era a estrela. 


“Uma noite, eu acho que foi
no Alabama, houve um grande show, um realmente grande, quando todos os astros
da música country estavam lá, e era para Elvis ir antes de Hank.


   “Bem, Elvis simplesmente despedaçou aquele
público. Agora era a vez de Hank, e ele fez um grande show, mas foi
decepcionante para o público depois da apresentação de Elvis. Hank era M.C. e,
como um verdadeiro cavalheiro que era apenas disse, ‘De agora em diante é
melhor me colocarem antes do rapaz.’ Foi o reconhecimento de um dos maiores de
todos os tempos, de que Elvis era a estrela. Era assim que aqueles country boys eram. Nenhum ciúme, nada.
Você não vê algo parecido com isso no showbusiness
de hoje.”


   A primeira gravação de Elvis Presley com a
RCA Victor foi uma música que soava como se ele estivesse cantando em um quarto
vazio, um longo túnel, uma câmara de eco. Soou estranho aos ouvidos leigos.
Chamava-se “Heartbreak Hotel”, e vendeu um milhão de cópias em tempo recorde. A
RCA em seguida re-lançou quatro números de Presley, todos venderam um milhão de
cópias. Ele continuou a graver: “I Want You, I Need You, I Love You.” Novamente
um milhão de cópias.  



ELVIS: O QUE ACONTECEU?

A indústria fonográfica enlouquecia. De
onde saiu esse garoto? O mercado adolescente estava frenético, e os seus pais
também. Em 1956, Elvis Presley através de uma jogada de mestre de Parker, foi
coroado rei.


Sonny West, que viajava com o Coronel
Tom, e ficou mais intimo dele do que qualquer outro da Máfia de Memphis relata:
“É por isso que todas aquelas histórias sobre ele e os seus primeiros dias soam
como lixo para mim. Ele era um cara duro e trabalhador, que tinha sabedoria e o
senso comum à moda antiga.


Nos anos posteriores houve momentos em que Presley teria
descartado alegremente o Coronel Tom Parker. “Mas”, Como Sonny observa, “sem o
Coronel Tom nunca haveria um Elvis Presley. Eles fazem parte de um todo.”





   Quando a RCA Victor comprou o contrato de Elvis Presley por fabulosos $
35.000 dólares, eles generosamente deram um bônus de $ 5.000 dólares para o
jovem cantor. A primeira coisa que ele fez, foi sair e gastar tudo em um Cadillac cor de
rosa para a sua mãe. Era quase como se ele tivesse tido uma premonição de que
ela não estaria com ele por muito mais tempo.







continua...........

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

A Sun Records




Sun Records foi o nome de quatro gravadoras,sendo a quarta,a mais famosa.Situada em Memphis,Tennessee,ela foi fundada por Sam Phillips,em 27/03/1952.Pela Sun,se lançaram,Elvis,Carl Perkins,Johnny Cash,Roy Orbinson e tantos outros.
Sam amava o Blues e queria que o ritmo fosse ouvido pelo público branco.Foi o engenheiro de som e tambem produtor,Jack Clement quem descobriu Jerry Lee Lewis,enquanto Sam viajava pela Flórida.
O som dos artistas da Sun Records ajudaram e influenciaram muitos músicos,ajudaram a formar a base da pop music americana,alem de formar muitas bandas.
 
 
 
 
 
 No verão de 1953,Elvis foi ao estúdio gravar um acetato para dar de presente a Mãe.Sam não estava e Marion Kreisker,secretaria o recebeu e perguntou se ele imitava alguem e o que iria cantar ao que ele respondeu:"Eu não me pareço com ninguem"
 Intrigada com a resposta,na hora da gravação,Marion aproveitou e gravou para si,um pedaço do acetato,tendo uma musica completa e a outra pela metade.
 
 
 
 
 
 
A segunda música gravada do outro lado do acetato foi "That's when your heartaches begin"tambem do Ink Spots.Anos mais tarde,Sam mudou a declaração,afirmando que era ele atras da mesa de gravação e não Marion,alegando que ela não sabia operar a mesma.
 
 
creditos de foto e testo a amiga dalva amaral e ao blog elvismania

Os Sapatos de Elvis



elvis tinha verdadeira paixáo em se vestir bem adorava roupas coloridas e chamar a atençao onde passava e tambem adorava sapatos veja aqui algumas fotos de calçados usados por elvis ou ispirados em elvis








estas sáo botas que elvis começou a usar durante os anos 70






como pode se notar elvis sempre adorou se vestir muito bem e seu estilo de roupas sapatos e cabelos virou moda, mudo a fora .........

creditos de fotos a amiga dalva amaral  e ao blog elvismania

Elvis em DVD:Return to Splendur




Nova versão maravilhosa de um dos vídeos o primeiro a conter material raro 8 milímetros.Atualizado com imagens remasterizadas de Elvis, em vídeos com soundboard bônus, e um menu interativo faz deste dvd um cult.


Este DVD exclusivo apresenta 8 filmes mm de Elvis no palco e fora dele no final dos anos 1960 e durante os anos em turnê em 1970.
Return To Splendour nos leva de volta para ver Elvis tocando ao vivo em Las Vegas, Nova York, Havaí e muitos outros lugares nos EUA durante a década de 1970.
Return To Splendour também leva você de volta para o Houston Astrodome, em 1974, onde Elvis eletriza uma platéia de 88,000 pessoas em dois dias
Os comentários são de Anne E. Nixon em detalhes sobre as performances de Elvis e os jumpsuits que ele está usando.
Cinqüenta minutos surpreendentes que nenhum fã de Elvis simplesmente não pode viver sem conhecer!



O DVD contém os seguintes capítulos:
Elvis tocando ao vivo no International Hotel em Las Vegas, NV. Agosto,
1969/Elvis tocando ao vivo em Kansas City, MO. 15 de novembro de 1971/
Elvis tocando ao vivo em Detroit, MI. 11 set 1970
Elvis tocando ao vivo em Wichita, KN. 19 jun 1972
Elvis tocando ao vivo vestindo uma peça em dois ternos Las Vegas, NV. Agosto de 1972
Elvis tocando ao vivo durante o show matinê em Honolulu, Havaí, 18 de novembro, 1972
Elvis tocando ao vivo durante o show da tarde em Seattle, WS. 29 de abril de 1973
Elvis tocando ao vivo durante o show à noite em Seattle, WS. 29 de abril de 1973
Elvis tocando ao vivo em Columbus, OH. 25 jun 1974
Elvis tocando ao vivo vestindo o terno Aloha Águia durante o verão de 1973
Elvis tocando ao vivo no Houston Astrodome, em Houston, TX. 03 de março, 1974/Elvis deixando seu hotel em Houston, março 1970
Elvis tocando ao vivo durante a turnê de Março de 1974. Data desconhecida
Elvis tocando ao vivo durante o show à noite em Charlotte, NC. 9 de março de 1974
Elvis tocando ao vivo vestindo um terno de duas peças durante a turne de Maio de 1975
Automóveis que circulam em torno da casa de Elvis em Bel-Air, Elvis saindo e voltando para seu hotel em Charleston, WV. Antes e depois do show da tarde, 12 de julho 1975/Elvis deixando na mesma data para o show da noite / Elvis embarcando num avião, Abril, 1972/Elvis embarcar no avião Lisa Marie em Kansas City, MO. 22 de abril de 1976/Elvis deixando a Lisa Marie avião em San Diego, CA. 24 de abril de 1976/Elvis embarcando no avião Lisa Marie em Long Beach, CA. 26 de abril de 1976 / Elvis embarcando no avião Lisa Marie em Tulsa, OK. 05 de julho, 1976/Elvis embarcando em um avião de hélice, em Syracuse, NY. 26 de julho de 1976/Elvis embarcando no avião Lisa Marie em Kansas City, MO. 19 de junho de 1977
Elvis tocando ao vivo no Madison Square Garden, em Nova York, NY. Junho de 1972.
Fonte: King-elvispresley.com


creditos a amiga dalva amaral

livro Elvis What Happened? completo parte 9



continuaçáo do livro Elvis What Happened?

capitulo 10



Até o final de 1955 ainda não havia ofertas de milhões de dólares no horizonte, mas para Elvis Presley, o cantor, e Red West, o ajudante, o ano tinha sido muito divertido. O pai de Elvis tinha assinado um contrato com o disc jockey Bob Neal (Presley tinha apenas vinte anos, menor para um contrato desse tipo), e Presley estava na estrada com o guitarrista e pianista Scotty Moore, o baixista Bill Black, e o baterista D.J. Fontana. Eles eram chamados de Blue Moon Boys.
De Bob Neal, Red diz: “Ele era um bom rapaz, honesto e franco. Ele parecia estar mais por diversão do que por dinheiro. Ele era um cara bastante engraçado que poderia ter feito comedia stand-up, se tivesse se empenhado para isso. Às vezes Bob sairia e aqueceria a multidão antes que Elvis e os rapazes avançassem.”
O jovem Presley estava no circuito com alguns nomes bastante pesados do momento. Hank Snow, Webb Pierce e Eddy Arnold eram os top do momento. Elvis e outro rapaz chamado Johnny Cash estavam chegando rápido. Presley havia lançado um segundo disco chamado “Good Rockin Tonight”, e enquanto não incendiava o país, os redatores da Billboard, a bíblia da música na época, sabiam soletrar o nome de Elvis Presley sem ter que perguntar.


Os big boys, em Nova York não tinham ouvido falar dele, mas Nashville sabia quem ele era, e que estava bastante bem, no momento. Foi só por volta dessa época que Elvis Presley fez uma das grandes mudanças de sua vida jovem. Ele largou seu emprego como motorista de caminhão e de agora em diante ele era Elvis Presley, cantor. Os sofisticados de Nova York e os esnobes de L.A., ainda falavam sobre o country and western e a “música caipira”, com um bocado de escárnio. Mas no Sul e Sudoeste, o country and western fazia muito dinheiro.
“Elvis, de um modo tranqüilo, estava bastante confiante que iria se fazer,” diz Red. “Ele não fazia idéia de quão grande ele seria. De qualquer maneira ele largou um emprego estável como motorista de caminhão, foi um passo muito grande. Elvis era muito otimista, mas naquele tempo havia centenas de jovens vagando com violões em busca do sucesso.
“Ele nunca disse isso, mas tenho certeza que ele tinha muitas dúvidas sobre mergulhar de cabeça e deixar o seu emprego definitivamente. Ele estava sempre preocupado em ganhar dinheiro para ajudar o seu pai e a sua mãe.” Red recorda, no entanto, o jovem Presley estava muito bem “no circuito.” Ele era querido por caras como Hank Snow, Webb Pierre, Eddy Arnold e Johnny Cash, embora, como em qualquer profissão, eles estavam muito conscientes da concorrência, que ele podia representar no futuro. “Acima de tudo, eles estavam se divertindo, e ele era um bom cara para estar.”
Típico do tipo de coisa que fariam foi uma viagem para Nashville em 1955. “Costumávamos fazer coisas no calor do momento. Como desta vez que fomos a Nashville. Chegamos lá sem dinheiro. Naquele tempo havia um grupo muito famoso conhecido como Mother Maybelle and the Carter Sisters. June Carter, então casada com Carl Smith, mas agora felizmente casada com Johnny Cash, era uma garota muito doce do Sul. Ela sempre tinha um olá caloroso para nós. Uma vez ela fez um show em algum lugar com Elvis, e ela disse algo como, ‘Se alguma vez você for a Nashville nos visite.”
“Bem, seguimos a sua sugestão.


Quando chegamos a Nashville, de qualquer maneira tínhamos perdido o endereço. Enfim, descobrimos onde ela morava e fomos de carona até o local. Bem, June não estava em casa. Parece horrível hoje, mas naqueles dias as coisas eram diferentes. Forçamos uma janela e invadimos a casa. Não demos à mínima. Era um belo lugar. Então, ficamos na casa.
“A primeira coisa que aconteceu é que ficamos com fome, portanto vou até a cozinha para arranjar algo para comermos. A cozinha era fantástica. Ao redor da cozinha havia belas panelas de cobre e caçarolas. O que eu não sabia era que elas foram especialmente compradas num antiquário e as malditas valiam uma fortuna. Enfim, eu preparo alguns ovos com bacon nestes recipientes. Eu não podia entender porque de repente eles derretiam. Arruinei-os completamente. Não prestamos qualquer atenção, a gente só queria comer. Bem, nós enchemos nossa barriga, e como um par de ursos decidimos dormir um pouco.

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“Nós estávamos como um cachorro cansado e sujo. Então, subimos a escadaria desta bela casa e procuramos uma cama. Bem, completamente vestidos e sujos, apenas nos jogamos nesta grande cama de casal no quarto principal e dormimos. Dormimos como bebês a noite toda. June Carter e suas irmãs estavam em um show fora da cidade. E seu marido Carl Smith, estava em outro lugar. Aproximadamente às nove horas da manhã seguinte eu ouço uma voz e alguns movimentos. Carl, o marido de June tinha voltado para casa. Primeiro ele vê a janela arrombada, então ele vê as panelas e caçarolas estragadas e a cozinha suja. Era como Cachinhos Dourados e os três ursos. Quem invadiu a minha casa? Quem comeu a minha comida? Quem destruiu a minha cozinha? E quem está dormindo na minha cama? Estou impressionado que ele não tenha pegado uma espingarda.
De qualquer forma ele caminha enquanto ainda estou dormindo. Elvis acorda e diz, ‘Oh, Carl oi.’ Agora ele vê Elvis, mas ele só vê uma grande protuberância sob os cobertores ao lado de Elvis que era eu. Você não pode culpar o cara se



ele pensou que Elvis estivesse na cama com sua esposa, apesar de June não ser aquele tipo de garota. Mas eu sou desconfiado, e estou pensando, Jesus, talvez ele pense que eu sou June e talvez ele vá explodir o meu rabo.
“Muito suavemente, eu espiei sobre os lençóis e disse de uma forma muito educada.” Oi, Carl. “Você pensaria que ele nos repreendeu por ter forçado a entrada, destruído a cozinha e logo depois dormir em sua cama. Mas ele nos deu um grande olá e riu. Ele pegou-nos em torno de sua cozinha e dormindo em sua cama. Mas ele nos deu um grande olá e riu. Ele nos mostrou todo o casarão, e naquela noite June e sua irmã voltaram para casa.
“Tivemos uma grande reunião informal, comemos um grande jantar do Sul e ficamos acordados cantando e harmonizando com todos eles. Quero dizer, esse é o tipo verdadeiramente decente de gente que eles eram. Eles nos acolheram como irmãos há muito distantes.
“Você sabe eu daria qualquer coisa para voltar para aqueles dias simples, os dias de loucura. Elvis era grande e nos demos muito bem. Era divertido e simples.” Daquela noite em diante, lembra Red, o jovem Presley pareceu estar apaixonado pela irmã mais nova de June, quando Anita Carter estava por perto ele agia como uma criança de seis pares de pés. “Olhando para trás agora, era bonito de se ver.
Elvis elaborou medidas para se aproximar da bela Anita. Red recorda que alguns meses mais tarde, Presley juntamente com Scotty Moore, Bill Black e D.J. Fontana estiveram no Gator Bowl, na Flórida fazendo apoio para as Carter Sisters. O show foi sensacional e a multidão estava comendo na mão de Elvis. No final do seu ato, as Carter Sisters se reuniram nos bastidores prontas para irem embora.
“Agora,” diz Red, “Elvis vê Anita na ala. Enfim, ele chega ao final, e começa a parecer muito doente. Ele chega aos bastidores, cambaleia em volta e desmaia diretamente nos braços de Anita. Eles o deitam e ele está inconsciente. Anita tem a sua cabeça no colo dela e está massageando a sua testa.
De qualquer maneira o levamos pra um hospital e, eu Scotty, Bill e D.J. ficamos muito preocupados.
“Os médicos nos dizem para voltarmos para o hotel que entraram em contato. Eles nos dariam um relatório completo assim que pudesse. Pensamos que talvez ele estivesse morrendo de alguma doença misteriosa.”
Preocupados, os rapazes de Memphis apenas sentaram sombriamente em seus quartos de hotel esperando pelo pior. À uma da manhã houve uma pancada na porta de Red. Todos os rapazes, assim como Red, olharam apreensivos e apressaram-se para abri-la.
“Porra, man, se não é o velho filho da puta do Elvis que está lá mais saudável do que um rebanho de gado, e está sorrindo de orelha a orelha. Não havia uma maldita coisa de errado com ele. Todos nós o bombardeamos com perguntas, e ele nos diz que esta bem agora. Mas quando os outros rapazes voltam para os seus quartos, Elvis me faz uma confissão. O colapso total foi apenas uma encenação para que ele pudesse deitar sua cabeça no colo de Anita Carter... apenas para que pudesse ficar perto desta garota, ele tinha paixão por ela.” A história da paixão não terminou aí.
Cerca de seis meses depois, em Memphis, o jovem Presley e as Carter Sisters estavam novamente no mesmo show. A mesma coisa aconteceu. Só que desta vez foi Anita quem desmaiou e era Anita quem estava fingindo. “E não havia nada de errado com ela,” Red diz com uma gargalhada. “Ela só queria um pouco de atenção de Elvis. Ambos eram muito tímidos para fazer uma investida. Eles nunca ficaram juntos, mas eram muito carinhosos um com o outro. Na cena do showbusiness atual, as pessoas vão para a cama umas com as outras mesmo antes de saberem seus nomes. Ficamos muito antiquados e, eu acho que Elvis era o mais antiquado de todos nós. Mas quer saber? não foi ruim. Com certeza não impediu de nos divertimos muito. Mas tarde ficamos rápidos demais para nossas botas.”
Bob Neal estava fazendo um bom trabalho para Presley e os rapazes do Blue Moon Boys. Seu show de disc-jockey matinal na estação WMPS era uma máquina promocional valiosa.
O show tinha um alcance de aproximadamente duzentas milhas, e no início Bob Neal dava um tratamento cômico ao programa como os Blue Moon Boys faziam com sua música.
Muitas vezes, quando queriam shows dos Blue Moon Boys fora do raio de alcance, Bob atuaria como agente e promotor, mas nem sempre iria junto. O acordo financeiro constituía em que Bob ficasse com dez por cento do bruto, e dez por cento era reservado para a publicidade e promoção. Durante aqueles primeiros dias os Blue Moon Boys tocavam em ginásios, auditórios, salas de igreja, prédios escolares e em cidades e aldeias tão pequenas que, desde então, de fato desapareceram do mapa.
Com a ajuda do talento cômico de Bob Neal, da estação WMPS, e alguns anúncios na Billboard, os Blue Moon Boys estavam adquirindo uma fama ampla e sólida. Depois de descontar os dez por cento de Bob e os dez por cento da promoção, Elvis ficava com cinqüenta por cento e o restante era dividido entre Scotty, Bill e D.J. Os músicos de acompanhamento não eram apenas homens de “aceleração.” Eles tinham um som diferente, próprio característico que nos primeiros dias foi tanto uma parte do “som Presley” como era o jovem Presley.
O som de acompanhamento era muito maior do que qualquer grupo de tamanho comparável. Mas, como Presley adquiria mais e mais confiança, tornou-se óbvio que ele era a estrela. Como a fama aumentou, houve cada vez mais ofertas de shows fora do raio de duzentas milhas de Bob Neal, e muitas vezes, Neal os iria despachar de Memphis para Lousiana, Florida, Arkansas e Texas. Eles embarcariam nessas longas viagens, e o fiel Red como o motorista “radical”, e conquistariam outra cidade.
Houve tempos que o jovem Presley faria duzentos dólares por semana, uma soma gigantesca naqueles dias difíceis. Ele comprarias suas roupas, encheria o tanque de gasolina , compraria alguns hambúrgueres e cocas e poria o restante na família Presley. Red West esteve ao longo da viagem; e não ganhou um único centavo. Recorda
Red: “Não me importei nem um pouco. Estava junto na viagem, aprendendo muito sobre o negócio e música, tendo um tempo realmente bom.” Ironicamente, Red, o motorista, sabia mais sobre a mecânica da música do que Elvis Presley. Ele lê música como um maestro e desde aqueles dias escreveu alguns números muito vendidos. Red o corpulento, de cabelo ruivo não se vê como um autor de canções: jogador de futebol, guarda-costas, sim; mas não um autor de canções.
“Elvis não lê uma nota de música (e, curiosamente, apesar de todos os seus saltos e giros em volta, ele não sabe dançar),” diz Red. “Mas ele tem um sexto sentido de tempo cantando em vários estilos. E ele me surpreenderia quando se sentava ao piano. Ele tem um dom natural como o Sinatra. Ele sabe quando um som está certo e quando está errado melhor do que a maioria dos condutores. Ele simplesmente tem o “ouvido.”
Quanto mais exposição Presley adquiria, mais Gladys Presley se preocupava que seu menino se esquecesse da sua criação e da sua igreja. A sua aclamação mais comum, seu argumento mais intenso para Red West, “Bob, cuide do meu menino.”
Perto do final do ano as coisas começaram realmente a embalar. Embora ainda não existisse nenhum grande impacto de Presley em Nova York e Los Angeles, ele rapidamente estava se tornando um ídolo no Sul.
Red se recorda de um dia na Flórida. “Tocávamos em Orlando, eu acho, lá perto, de qualquer maneira. ‘E’ realmente levou o público a loucura e ele está tocando-os como um violino, se ele notasse que um determinado gesto incitava gritos e mais gritos, então ele o repetia novamente e assim cada vez mais o fez.
“No final do ato, parecia um desses grupos evangelistas. Ele sabia exatamente quando e como fazê-lo. Assim como um desses pregadores inflamados da doutrina de Cristo. Eu lembro que ele estava vestindo uma jaqueta verde brilhante e calças preta bufante

ELVIS: O QUE ACONTECEU?

Ele debruça-se no palco para beijar a mão de uma garota, eu acho. De qualquer maneira, ela o agarrou e rasgou a manga de seu paletó. Esse era o sinal, em particular quando Elvis fazia a sua performance.
“A seguinte coisa que sabíamos é que haveria garotas no palco e elas perderiam as estribeiras. Parecia que elas tentavam comê-lo vivo. Elas o rasgavam e arranhavam como animais então uma das pernas de sua calça se foi. E sua camisa foi rasgada em tiras. Foi assustador para mim ver o que seres humanos podem fazer. Eu sempre soube sobre desmaios e gritos, mas isto foi incrível. Conseguimos tirá-lo do palco em frangalhos.
“Naturalmente foi uma grande publicidade e os jornais o apanharam por todas as partes do Sul. Quando a Sra. Presley ouviu falar sobre isso e Elvis fez sua ligação regular no dia seguinte, ela estava preocupada. Elvis sempre minimizaria as reações da multidão e dizia a sua mãe que a imprensa exagerava. A situação era que as histórias da imprensa eram muito precisas. Foi uma loucura aquela noite.”
A Sra. Presley tornou-se tão obcecada com a segurança do seu menino que ela sonharia constantemente com ele à noite. “Havia sempre algo muito estranho sobre as coisas que ela diria.” Lembra Red, “como se ela fosse uma vidente ou algo parecido.
Sempre que tivéssemos uma cena especialmente selvagem no palco ou se um motim se instalasse, sempre que Elvis ligasse, ela teria de alguma maneira uma premonição de que alguma coisa saiu fora do controle, mesmo antes de ler os jornais. Agora, ambos os lados da família, tanto Gladys como Vernon, foram grandes sonhadores. E ambos os lados da família tinham uma história de sonambulismo. Elvis herdou isso, e quando ele não estava dormindo com uma garota, muitas vezes um dos seus primos, Gene Smith ou Billy, iria dormir com ele, caso ele começasse a caminhar dormindo.
“Quando ficávamos em arranha-céus, hotéis ou motéis, sempre trancávamos as portas e janelas a título de prevenção apenas no caso dele sair pela janela em uma de suas viagens de sonambulismo.
Digo lhe isso porque sempre me pareceu que havia algo muito estranho sobre os Presley.
“Quero dizer, acredito que todo esse sonambulismo, sonhos e premonições esteve de qualquer maneira relacionado a uma espécie de poderes especiais, algo como poderes psíquicos ou algo que realmente não compreendo ou posso por o meu dedo. A maior parte daquele material psíquico é um disparate, mas até um certo ponto acredito nele. Elvis comprovou-me muitas vezes.
“Agora eu me lembro vividamente de um caso em Texarkana, na fronteira do Texas e Arkansas. Estivemos num show lá e acho que estávamos dirigindo um Cadillac alugado. Isto deve ter sido em 1955. De qualquer maneira o motor superaqueceu, e em pouco tempo a coisa toda pegou fogo.
“Poderia ter sido uma situação perigosa. De qualquer maneira, pulamos para fora e simplesmente vimos o carro ser consumido pelas chamas. No dia seguinte, Elvis fez um telefonema para a sua mãe. E o que aconteceu foi assustador. Ela não tinha absolutamente nenhum modo de saber o que tinha acontecido. Não saiu em qualquer jornal ou qualquer coisa. Ninguém sabia sobre isso. Ao que parece eram aproximadamente duas horas da manhã ela subitamente sentou-se na cama, acordando de repente.
“Ela cutucou Vernon acordando-o e disse, “Eu vejo o nosso garoto ele está em um carro em chamas.’ Quando Elvis ligou naquela manhã, ela disse, ‘Oh, graças a Deus, você está bem. Eu sonhei que você estava preso em um carro em chamas.’ Elvis disse que estava tudo bem e que não havia acontecido nada. Naturalmente ele nunca faria nada para preocupar a sua mãe.
“Agora, eu estava lá do lado do telefone, quando a conversa prosseguia, portanto eu sei que é verdade. Após a conversa telefônica, Elvis e eu olhamos um para o outro, como se alguém acabasse de andar sobre nossas sepulturas. Foi assustador.”

Bob Neal, com uma publicidade, colorida, cuidada e muito honesta, por esta altura tinha guiado a carreira de Elvis Presley
ao ponto onde ele saltaria regularmente na pesquisa de opinião pública de popularidade da Billboard. Os adolescentes no Sul do país gritavam por ele. Era um mercado vital, mas naqueles dias eles ainda não estavam no mercado de consumo extremamente rico de hoje em dia. Bob Neal estava buscando mais apelação. Ele tinha apontado o jovem Presley dos Blue Moon Boys com o apelido de Hillbilly Cat – Gato Caipira – que foi escolhido para atrair um público maior; daí a adição da palavra de impacto da época, gato.
Era importante convencer os caras endinheirados de Nova York e L.A. que Presley não era apenas um cantor caipira. Ele tinha algo mais, algo novo para oferecer, além de sua boa aparência e três rapazes do Sul que o acompanhavam. O que ele precisava, raciocinou Neal, era de um pouco de exposição nacional. Um grande programa de televisão, a nível nacional seria ideal.
Bob organizou uma audição no Arthur Godfrey Show. Foi uma oportunidade interessante, e Hillbilly cat e os Blue Moon Boys voaram para Nova York em meio a uma atmosfera de otimismo. Este ia ser finalmente o grande momento. De agora em diante, não teriam que dirigir cem milhas em direção a um ginásio. Eles iriam sentar-se e esperar pelas grandes ofertas que chegariam em grande quantidade. Eles fariam à colheita e escolheriam o lugar dos shows.
Voaram para o cinzento frio de Nova York, sabendo que, como sulistas, eles provavelmente odiariam a cidade, mas dispostos a amá-la. Eles deram uma olhada em Nova York, quando chegaram ao solo e decidiram que preferiam estar num pântano. A equipe de audição do The Godfrey Show os ouviu passar por seus melhores números, e em seguida, decidiram que um brejo era o melhor lugar para o Hillbilly Cat e os Blue Moon Boys, na grande e má Nova York eles não passavam de um bando de cavalos caipiras. A equipe de teste pode ter cometido o maior erro de Nova York. O Hillbilly Cat e os Blue Moon Boys marcharam de volta para o Sul,
espancados até a submissão por aqueles malditos Yankess. O grande momento, a grande oportunidade realmente não aconteceu para Elvis – pelo menos não ainda.
Se alguma vez os rapazes recearam os Yankees, suas suspeitas foram confirmadas. Mas, embora tenha sido uma grande desilusão, os rapazes ainda estavam com tudo no Sul. Se isso é onde sua fama e fortuna iriam ser, então que assim seja.
Por essa época um homem chamado Oscar Davis chegou a Memphis. Davis era uma figura pitoresca do Sul. Ele estava ajudando o seu chefe a promover a sensação do dia no Sul, Eddy Arnold. O Chefe de Oscar Davis era ainda mais pitoresco que o próprio Oscar. Seu nome era Thomas Andrew Parker. Parker era um Coronel, honorário. Um daqueles coronéis “do Sul”. O governador Clement do Tennessee tinha lhe dado o título em 1953. Em 1968 Staley Booth, um escritor talentoso, descreveu Tom Parker na revista Esquire como “um dia depois de Barnum sair de W.C. Fields por William Burroughs.” A descrição não somente fecha a conta, como foi aquela que Parker apreciou e fez de tudo para incentivar sua propagação. Parker vinha da velha escola da promoção: “Não importa o que digam de você contanto que soletrem o seu nome.”
“Acredito muito no destino”, diz Red West. “Foi como se Tom Parker e Elvis Presley fossem destinados a se encontrar. Tom Parker foi e é assombroso. Elvis e ele tinham sido como uma lâmpada e soquete encaixando-se perfeitamente. As coisas estava prestes a decolar.”
continua.........