Elvis 1956




quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

livro Elvis What Happened? completo parte 5



continuaçáo do livro Elvis What Happened?


Capítulo - 6


O último ano de Elvis na Humes High School não foi muito diferente de seus últimos anos na escola. Muito pouco sobre ele foi especialmente notório, além, é claro, de sua aparência. Seus professores se lembram dele como um aluno médio que, por pouco não se graduou.
A sua vida em Memphis havia sido apenas marginalmente melhor que a vida em Tupelo Mississippi, onde nasceu o gêmeo sobrevivente de um parto que quase matou sua mãe, a ex-Gladys Smith. A sua vida anterior foi vivida em grande miséria quase a mesma experiência de pobreza dos negros destituídos no Sul rigidamente segregado daqueles dias.
Em 1948, quando Elvis tinha treze anos seu pai Vernon Presley, decidiu que era hora de deixar a pequena casa – espingarda – em Tupelo. A grande cidade fronteiriça pode permitir a possibilidade de salários mais elevados e a chance de uma vida melhor. Ele arrumou todos os pertences em um Plymouth verde e numa noite a família foi para Memphis.
Vernon Presley não encontrou o sucesso em Memphis. Ele realmente arrumou um emprego na United Paint Company, embalando latas por menos de cinqüenta dólares por semana. Gladys ajudava com o trabalho de meio período nas fábricas de costura, em seguida, em cafés e restaurantes, como ajudante de enfermeiras no St. Joseph’s Hospital.




ELVIS: O QUE ACONTECEU?


Se as condições de vida no retângulo branco minúsculo em Tupelo foram ruins, a vida não melhorou na nova casa, uma estrutura com três quartos em um complexo de concreto sem graça, onde a água e a energia elétrica se alternavam, ora um ora outro. Era parte de um sombrio projeto habitacional financiado pelo governo federal, chamado Lauderdale Courts, especialmente concebido para os sulistas pobres. Certa vez, descobriram que a renda combinada de Gladys e Vernon excedia o limite de duzentos dólares por mês permitido para os moradores do projeto, mas de alguma forma eles escaparam do despejo.
Red e Sonny West cresceram em projetos semelhantes de habitação a uma milha de distância, Hurt Village e Lamar Terrace. “Com certeza tinha o nome certo,” Red recorda, “porque as pessoas que ali viviam sofriam. Se você faturasse mais de duzentos dólares por mês em qualquer um desses projetos, você tinha que sair. Era como se considerassem que duzentos dólares por mês era dinheiro demais para que você pudesse viver em um projeto habitacional federal. Bem, acho que não perdi muitas refeições, mas com certeza adiamos muitas. Éramos pobres e assim era Elvis.”
 
 
 
 
 
Como a maioria das crianças transplantadas em uma nova cidade, Elvis fechou-se em uma concha de timidez e acanhamento. Tudo que lhe faltava em amigos na rua, Gladys Presley mais do que compensou com sua atenção e afeto. Presley disse que ele muitas vezes quis ir até o riacho local com os outros meninos do projeto, “mas Mamãe não me deixava. Ela nunca me deixava fora de sua vista. Eu costumava ficar chateado quando era pequeno. Mas depois comecei a perceber que foi tudo porque ela me amava muito.” Foi como se Deus tivesse dito a Gladys Presley, profundamente religiosa, que a morte do gêmeo de Elvis, Jesse Garon, foi um sinal do céu para dobrar o seu amor e vigília sobre Elvis.
A senhora Faye Harris foi amiga dos Presley quando eles viveram em Tupelo. “Gladys achava que Elvis foi à maior coisa que já lhe acontecera,” a Sr. Harris recorda, “e ela o tratava daquele jeito.
 
 
 
 
 
ELVIS: O QUE ACONTECEU?


Ela cultuou aquela criança desde o dia que ela nasceu até o dia da sua morte. Ela sempre o manteria em casa ou, quando o deixava sair para jogar, estava sempre olhando para fora para ver se estava tudo bem. E onde quer que ela fosse- se ia visitar alguém ou mesmo até a mercearia, ela sempre levava o seu menino junto.”
Apesar dos dólares apertados, os pais de Elvis fizeram tudo que podiam para fazer com que ele se sentisse melhor do que um monte de crianças que conviviam com ele na escola. O seu Natal e os presentes de aniversário sempre foram melhores ou mais caros do que o de seus amigos. Como resultado, Elvis poderia ser considerado uma criança mimada, certamente em comparação com as crianças que cresceram com ele. Quando Elvis tinha quatorze anos, ele queria uma bicicleta de Natal. Os Presleys não podiam pagar. Mas eles conseguiram economizar doze dólares para um violão. Com algumas lições de seu tio, Vester Presley, Elvis logo foi capaz de tirar os principais acordes.
“Elvis não toca violão, além dos acordes rítmicos”, diz Red West. “A maioria das pessoas pensa que ele é um perito, o que ele não é. Ele não lê uma linha de música, também. Embora, quando ele está cantando, ele sabe o que está fazendo. A música flui naturalmente nele. Ele nunca teve uma aula de piano, se quer, mas ele pode tocar um número com habilidade surpreendente. Mas existem guitarristas muito melhores do que ele por aí, o que é engraçado, porque aquele violão é a sua marca registrada, e a maioria das pessoas acha que ele é fantástico nisso.”
Enquanto Red West, na adolescência, praticava para se tornar um triturador de ossos, no campo de futebol, Elvis ficava em casa, praticando o seu violão e começou a desenvolver a voz na First Assembly Church of God, uma estrutura minúscula, frágil na Adams Street, em Tupelo.
Red recorda Presley dizendo-lhe em uma dúzia de ocasiões que sua mãe se lembrava dele com três anos de idade escorregando de seu colo em um culto na igreja
 
 
 
 
ELVIS: O QUE ACONTECEU?


e indo até o coro. Lá a sua pequena voz tentaria acompanhar o canto. Deu-lhe o primeiro contato com a música e permaneceu com ele. “As pessoas sempre estão comentando sobre como ele adquiriu a sua capacidade natural,” diz Red. “Aquele pequeno filho da puta cantava uma porra naquela igreja em Tupelo. E quando ele tinha cerca de nove anos ele iria cantar em trio junto com sua mãe e seu pai. Hoje em dia, o velho Vernon pode jogar a cabeça para trás e cantar uma música infernal. Ele é um grande cantor. Vernon pode estar caminhando pela casa cantarolando, particularmente uma música gospel, como ‘Where No One Stands Alone.’ Sua voz esta tão boa, às vezes você parará o que está fazendo para escutá-lo. Então ele ficará constrangido e se apagará. Mas Elvis herda a maior parte de sua habilidade do velho homem... e a propósito, ele deve grande parte de sua boa aparência a ele também.”
Mais tarde em Memphis, ele vagaria pela parte da cidade dos negros, a famosa Beale Street, e escutaria o lamento do blues negro. A influência foi tão forte que as pessoas diziam que as primeiras gravações de Presley soavam como uma voz negra dentro de um corpo branco, uma referência que nunca agradou Presley. Ele tinha idéias definidas sobre negros, assim como com Católicos e Judeus.
 
 
 
 
 
Se Elvis foi protegido - Red West relembra que uma vez Gladys jogou mantimentos em uma criança que estava ameaçando bater em seu filho - ele foi, no sentido mais amplo, “um bom menino.” Red coloca desta forma: “Ele simplesmente adorava os fundamentos de sua mãe. Para ele ela foi mãe, amiga, uma grande irmã mais velha, todas em uma. Quero dizer, ela era a sua vida. Se alguma vez ele falasse sobre sua família, ele nunca falaria na família como um todo. Sempre seria sua mamãe e eles indo à igreja, ou a mamãe e ele indo ao cinema. Era como se ela fosse a única em toda a família, e o resto esteve apenas ao lado. Era como que, mesmo depois que ela morreu. Ele ainda falava sobre ela como se ela estivesse viva.”
No último ano escolar de Elvis, Red não o viu muito, além
 
 
 
ELVIS: O QUE ACONTECEU?


de tirá-lo de encrencas ou um ocasional olá nos corredores – exceto na classe de carpintaria, dirigida por um professor chamado Sr. Hiltpole. Foi lá que Red viu o lado mais selvagem de Elvis. “E isso significa”, diz Red, “ele ocasionalmente lançava chapas de madeira em lutas com outros jovens quando o Sr. Hiltpole estava fora da sala. E isso era o mais selvagem que ele conseguiu. Ele era um jovem bastante tranqüilo.”
Elvis Presley, salvo os cabelos longos, taxado como altamente esquecível em uma escola que media o seu quociente de respeito, se você estivesse no topo de sua turma, ou se você podia enfrentar um cara grande. Elvis realmente não conseguia lidar com nada disso, então não havia lugar para ele na história da Humes High School, até a metade do seu último ano.
“Um dos grandes eventos do ano era o show de variedades da escola,” Red recorda. “Era composto por cerca de trinta atos. O diretor, o velho T.C. Brindley, era duro e rude por fora, mas por dentro ele tinha um bom coração. A idéia por trás do show de variedades era criar um fundo para arrecadar dinheiro para a escola. Durante o ano, se alguma criança não tivesse dinheiro para ir ao baile da escola ou comprar algum equipamento para o futebol, você ia até o velho Brindley e se a sua miséria fosse legítima, o fundo do show de variedades cuidaria de tudo para você.
A pessoa que dirigia o show era uma professora de história que lecionava para Elvis. Eu acho que ela sempre teve um fraco por Elvis porque ele era sempre tão educado com ela. Eu me inscrevi no show. Eu tocava trompete em conjunto com um violão e baixo. Foi um grande dia e estávamos todos muito nervosos. Não me dei conta dos outros, porque estava tão concentrado.”
As regras do concerto consistiam em quem conseguisse o aplauso mais alto seria dado à honra de um “bis” e seria declarado o vencedor. Red
 
 
 
 
 
ELVIS: O QUE ACONTECEU?


recorda que tinha acabado o seu ato, quando ele teve o choque de sua vida, vendo Elvis subir no palco com seu violão. “Para falar a verdade, nunca pensei que ele teria coragem de subir lá na frente das pessoas. Sua coragem simplesmente nunca me impressionou. Eu nem sabia que ele cantava, foi uma surpresa.”
Elvis arrastou os pés timidamente para o palco. Sua timidez, no entanto, foi compensada pelo seu topete elaboradamente penteado e emplastado de vaselina e uma camisa vermelha brilhante. Então, aconteceu. Elvis colocou um pé sobre uma cadeira para atuar como um suporte, e ele começou a tocar pesadamente a melodia de “Old Shep.” Então ele chicoteou uma canção rápida, e logo uma balada. Red West sorriu. “Diabos, você sabe, enquanto Elvis cantava as canções de amor, havia uma professora de idade chorando?
E havia outras professoras, que tinham lágrimas em seus olhos. Quando ele terminou o seu show as garotas estavam extasiadas, elas aplaudiram e aplaudiram. Elas simplesmente enlouqueceram. Ele era o vencedor fácil. A princípio Elvis somente ficou lá, surpreso como o diabo. Ele parecia estar espantado, pela primeira vez em sua vida alguém, que não era de sua família, realmente gostou dele. Eu nunca saberei realmente quando Elvis foi mordido pela minha suposição que aconteceu logo em seguida, a Humes High School. Enfim, ao que parecia ele havia encontrado uma maneira de fazer os estranhos gostarem dele.
 
 
 
 
“Ele ainda anseia por aquele dia que o público gritava e gritava por ele. Claro, é o mesmo para a maioria dos artistas, mas com Elvis penso que o leva de volta ao tempo da escola onde foi à única vez em que ele se sobressaiu. Eu vi naquele dia. Tímido como era ele tinha uma magia definitiva no palco. Após o show, ele pareceu voltar a ser o velho e ordinário Elvis. Mas no palco ele tinha o controle.”
Red continua. “Mais tarde, quando ele adquiriu um pouco mais de confiança ele começou a sentir, ele realmente sabia como manipular o público. Ele sabia exatamente como acertá-los com melodias rápidas que os chicoteavam
 
 
ELVIS: O QUE ACONTECEU?


ele sabia exatamente quando bater neles com canções de amor e baladas. Se a audiência não se acendesse imediatamente, ele usaria todos os truques do negócio. Até lhe direi de um tempo mais tarde quando ele de fato comprou o público que era demasiado tranqüilo. Ele conquistava-os então os chicoteava até que perdiam o controle.”
Durante os últimos seis meses de escola, Elvis se tornou um sucesso instantâneo nas festas da escola. Apesar de sua timidez, ele muitas vezes chegaria com seu violão batido a tira-colo em seus ombros. Ele ia para um canto da sala, mas logo os jovens o pressionariam e ele os brindava com uma canção. Depois que Elvis se formou, no entanto, suas ambições estenderam-se ao que sua aparência sugeria um motorista de caminhão. Ele conseguiu um emprego na Crow Electric Company dirigindo um caminhão a $ 1, 25 por hora. Ele daria a maior parte do dinheiro para sua mãe pagar as contas domésticas. Com Elvis fazendo quase cinqüenta dólares por semana, a família Presley pôde dar ao luxo de sair de Lauderdale Courts para um apartamento um pouco mais limpo e maior na Lamar Avenue. O pouco dinheiro que guardava para si, ele ocasionalmente fazia compras na Lansky Brothers especializada em calças rosa choque e ternos amarelo limão com os ombros tão grandes que o usuário teria que passar de lado através das portas se quisesse evitar o contato com os batentes.
 
 
 
 
Nos anos posteriores, Presley freqüentava costureiros famosos como o Sy Devore e Nudies, onde ele costumava pagar quatro mil dólares por um terno gold lamé. E mesmo em 1974, ele ocasionalmente visitava a Lansky Brothers e escolhia algo que gostava. “Eu me lembro quando ele tinha cerca de dezessete ou dezoito anos,” um dos proprietários, Bernard Lansky lembra. “Ele chegava e pressionava o nariz contra a vitrine, como se fosse uma loja de doces. Ele não tinha dinheiro. Agora ele vem e compra o lugar inteiro. Ele nunca se esqueceu de nós. Não há nenhuma presunção naquele homem.
 
 
 
Você conhece algumas pessoas que subiram na vida e nunca voltam para lhe dizer olá. Não Elvis. Ele sempre tem uma palavra para você.”
Em seu último ano na escola Red manteve-se jogando futebol, e Elvis continuou a dirigir um caminhão. Ocasionalmente se encontravam e apenas um olá, isso era tudo. Elvis estava feliz como motorista de caminhão, extremamente feliz, e ele tinha a expectativa de trabalho constante. Mas a ambição de cantar nunca ficou fora de sua mente.
 
 
 
 
 
 
Na rota do caminhão de Elvis ficava a Sun Recording Company, uma pequena gravadora dirigida por um homem genial chamado Sam Phillips, cujo sonho era um dia colocar o seu nome no mapa, começando algo novo “um novo som”.
Entre os serviços realizados pela Sun a gravação foi à ferramenta que ofereceu ao público a possibilidade de “gravar o seu próprio disco.” Por quatro dólares qualquer um poderia entrar e gravar uma mensagem de aniversário, uma canção de aniversário, ou qualquer coisa que quisesse. Uma tarde de sábado, Elvis vagueou pelos arredores da Sun Recording carregando o seu violão no ombro. Naquela tarde em particular, a secretária da Sun, Marion Keisker, dirigia o estúdio. A Senhorita Keisker, uma mulher entusiástica que sempre estava à procura de novos talentos para dar uma mão amiga, era uma “ex- Miss Rádio de Memphis.” Se Marion Keisker não estivesse de plantão naquela tarde de sábado em 1954, Elvis Presley ainda poderia estar dirigindo um caminhão hoje. Possivelmente tanto como o coro na First Assembly of God Church em Tupelo como o fato de Gladys e Vernon Presley terem comprado um violão de doze dólares para ele, Marion Keisker deve ser creditada na ajuda de gerar o fenômeno conhecido como Elvis Presley. O próprio Presley certamente pensava assim. Diz Red West: “Uma coisa tenho que dizer sobre Elvis, ele nunca se esqueceu daquela senhora. Ele diria a revistas e jornais toda a história sobre como começou. E todas as histórias tinham Sam Phillips como o homem que descobriu Elvis. Bem, Elvis me disse não sei quantas vezes
 
 
 
 
 
que Marion Keisker foi realmente quem fez o trabalho. Ela foi aquela que guardou o seu número de telefone, e era ela quem sabia que Sam estava procurando um branco que soasse como um negro. Agora Elvis tinha o respeito de Sam, mas ele me dizia: “Se não fosse por aquela senhora, eu nunca teria um começo. Aquela mulher era a única que acreditava. Foi quem me empurrou. Com certeza Sam tinha o estúdio, mas foi Marion que fez isso por mim.’”
 
Elvis Presley, um rapaz chocantemente bonito de dezoito anos, não percebendo que estava prestes a pisar no primeiro degrau de uma escada que o levaria as alturas e o deixaria sem fôlego, tão alto que seria o artista mais bem pago da história. Ele jogou seus quatro dólares na frente de Marion Keisker e disse que queria gravar um disco de presente. Não surpreendentemente, o presente era para sua mãe. A primeira canção foi “My Happiness”, um número que ficou famoso com The Ink Spots. O outro lado foi um número chamado “That’s When Your Heartaches Begin.” Por alguma razão a Senhorita Keisker decidiu gravar parte do primeiro lado e todo o segundo lado. Havia algo vagamente interessante na voz do jovem Presley. Ela queria que seu chefe ouvisse.
Sam Phillips ouviu a gravação com um interesse brando, ele raciocinou, pode ser o que ele estava procurando um branco que podia cantar como um negro. Phillips trouxe o garoto para o estúdio para algumas sessões, mas realmente não podia decidir-se. A voz tinha algo errado. Havia muita ausência. Depois de várias tentativas, Sam Phillips tinha dúvidas se Elvis Presley, afinal, seria a grande esperança branca.
Mas Phillips era um homem bondoso. Ele decidiu dar uma chance a Elvis uma possibilidade junto com dois rapazes locais fazendo o acompanhamento para ele, o guitarrista Scotty Moore e seu vizinho Bill Black, um baixista. Eles ajudaram a compor um grupo local.
 
 
 
 
ELVIS: O QUE ACONTECEU?


chamado Starlight Wranglers. Depois de fazer algumas canções rápidas, tanto Scotty como Bill ficaram marginalmente impressionados com o talento do novo rapaz. Possivelmente o problema naquele momento era que Elvis Presley não estava cantando da maneira como ele queira cantar, ele cantava de uma forma como pensava que queria cantar.
Uma tarde, quando Presley, Scotty e Bill estavam juntos no estúdio apenas bebendo coca-cola e não fazendo nenhum verdadeiro progresso, Elvis pegou o violão e começou um estilo livre, lamuriando “That’s Allright, Mama,” do compositor negro Arthur Crudup. Scotty e Bill pegaram o ritmo, estilo Jam session. De repente, Sam Phillips saiu correndo da cabine de gravação, como se estivesse sendo perseguido por um touro enfurecido. Presley lembra que naqueles primeiros números do início parecia que ele estava batendo em um balde vazio, mas Sam Phillips gritou-lhes: O que eles estavam fazendo, continuem fazendo! Tinha encontrado o acorde perdido. Este era o som que ele estava procurando.
 
 
 
 
Sam Phillips gravou “That’s Allright Mama” e começou a empurrá-lo para os disc-jockeys. Muitos dos peritos locais tinham suas dúvidas sobre a gravação – era 1954, e o Sul estava longe de ser integrado. Elvis parecia perigosamente negro.
Apesar das dúvidas, a gravação vendeu sete mil cópias, um número bastante respeitável para Memphis naqueles dias. Foi feito com a ajuda de um disc-jockey popular chamado Dewey Phillips, nenhuma relação com Sam, que tinha um programa chamado Red Hot and Blue na estação WHBQ. Sam Phillips pressionou Dewey a tocar “That’s Alright, Mama”
Dewey Phillips, já falecido, lembrou uma noite, quando “Toquei quinze vezes a gravação. De repente, as chamadas telefônicas e os telegramas começaram a despencar na estação. Todo mundo queria saber quem era o novo rapaz. Eu queria fazer uma entrevista com Elvis,
 
 
 
 
 
Agora, neste momento, muita gente pensava que Elvis era negro. Falei com Vernon, pai de Elvis, que disse que ele estava no cinema, logo abaixo no Suzore Number Two Theater. Eu disse a Vernon para levar o seu garoto até a estação. Pouco tempo depois, Elvis entra correndo na estação.”
Dewey disse a Elvis que iria entrevistá-lo. Elvis respondeu que não sabia nada sobre ser entrevistado. Entre as perguntas que Dewey tentou enfatizar uma foi onde Elvis tinha estudado. “Eu queria perguntar isso porque muita gente pensava que ele era negro,” disse Dewey. Humes era lírio branco. Finalmente Dewey agradeceu e disse adeus. Decepcionado, Elvis perguntou se ele não seria entrevistado. Dewey respondeu que o microfone esteve aberto o tempo todo. Ele havia sido entrevistado. Dewey recorda: “Ele começou a suar frio.”
Red West lembra-se da música e da entrevista também. “Eu disse para mim mesmo, caramba! Elvis Presley realmente chegou lá. O cara que estudou comigo agora esta no rádio.”
 
 
 
 
Red é claro estava no seu último ano da escola. Era o início de outono de 1954. Ele e seus companheiros estavam levando o futebol seriamente. A equipe estava pronta para enfrentar o seu rival, Barllet, através da cidade. Red estava embarcando no ônibus escolar com sua equipe, comandada pelo técnico Boyce, o homem que tão tenazmente se opôs ao comprimento do cabelo de Elvis. “Eu estava prestes a entrar no ônibus, quando observei Elvis andando no sentido oposto. Ele estava prestes a entrar num Lincon cupê batido. Era verde com cerca de dez anos. Sua Mamãe e seu Papai tinham comprado para ele. Era difícil para eles pagar por ele, mas isso lhe da uma idéia do quanto o amavam para juntar esse dinheiro. Poucos rapazes de sua idade, dezenove anos penso eu, tinham um carro próprio. Não mesmo.”
Para Red o protocolo do herói do futebol foi invertido neste momento. Uma vez que era para o tímido Elvis que Red se dirigia.
 
 
ELVIS: O QUE ACONTECEU?


Agora era Red quem acenava e gritava em saudação: “Oi, Elvis.” Red lembra, ele estava vestido com uma jaqueta de vaqueiro preta e branca com calças pretas. “Elas eram verdadeiramente apertadas. Enfim, ele acenou de volta para mim. Fiquei impressionado. Como em Memphis naquela época se você estivesse no rádio, era como ser uma estrela de cinema. Elvis era uma celebridade. Ele era grande.” Quando o ônibus saiu, Elvis seguiu a equipe até Bartlett.
“Notei que Elvis estava passando o tempo calmamente à margem, apenas assistindo debaixo de uma árvore, muito tranqüilo. Eu estava tomando banho e um dos rapazes me disse que Elvis estava lá fora. Sequei-me e saí para dizer olá.” Red lembra que a aparência de Elvis tinha melhorado drasticamente. Ele tinha encorpado, e seu rosto já não era agredido pela acne. Seus cabelos estavam devidamente aparados, embora ele ainda parecia muito ultrajante, ele parecia ter perdido aquela olhar delinqüente, e havia indícios reais de uma boa aparência.
Elvis parecia muito satisfeito em ver Red. “Oi, Red, como vai você? Bom jogo, man. Red estava satisfeito com sigo mesmo e com a forma calorosa e acolhedora de Elvis.
“Ei, man, parabéns. Hey, você está tendo muito sucesso. Ouço a sua música por todas as partes. É muito boa. Você é uma estrela.”
Apesar de seu sucesso, Elvis sorriu timidamente. Ele ainda estava um pouco admirado com Red West. Era como se Red fosse o tipo de cara que Elvis queria ser. “Certo, então”, diz Red, “Elvis era o tipo de cara que eu queria ser.” Eles atravessaram o campo em direção ao carro. Quando
 
 
 
 
ELVIS: O QUE ACONTECEU?


chegaram ao Lincon verde batido, Presley disse, “Hey, pule aí, man, vamos dar uma volta.”
“Claro que sim,” Red respondeu. “Bem, o que você tem feito?”
Presley parecia um pouco inseguro. Não houve nenhuma menção as encrencas que Red o havia livrado. Então, repentinamente Presley disse, “Hei, porque você não aparece uma noite? Talvez no fim de semana. Se você não estiver fazendo nada, vá a qualquer hora que quiser.”
A agenda social de Red West não estava exatamente cheia. “Diabos, sim, man, com certeza. Parecia muito divertido.” Logo em seguida, talvez Elvis não soubesse e talvez Red não soubesse, mas a partir daquele momento até julho de 1976, quando a amizade começou a desmoronar, Red foi o companheiro de Elvis, protetor e amigo, o homem que zelou por ele do mesmo modo que seu irmão gêmeo poderia ter feito se tivesse sobrevivido.
“Eu dei muitas risadas, muitos momentos bons com Elvis”, diz Red. “Também muitos momentos difíceis com ele. Elvis modificou-se ao longo dos anos, infelizmente... Mas cada vez mais amei o filho da puta, e talvez ainda o faça.”
 
 
 
continua...........

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

livro Elvis What Happened? completo parte 4



continuaçáo do livro Elvis What Happened?

Capítulo - 5


Ela era uma garota de aparência impressionante ainda que de alguma maneira conservasse uma qualidade de inocência. Um belo cabelão caído descuidadamente além dos ombros. Ela tinha os olhos lindos, um corpo pequeno mais bem torneado, os movimentos delicados e um riso fácil, tímido. Essa garota – hoje vamos chamá-la de Jane Robertson (que não é o seu nome real) – está tentando reunir uma vida que estava em ruínas.
Ela não era modelo, não era cantora, não era atriz, apenas uma garota um pouco risonha que, não fumava, não bebia. Se ela tinha um vício, era um que ela compartilhava com milhões de mulheres: uma obsessão total por Elvis Presley.
Na maioria das ocasiões em que Elvis tocou no Sahara Club Casino em Lake Tahoe, Jane e sua mãe compareciam para ver o show. Uma noite, na primavera de 1971, a sua fidelidade como fã de Elvis valeu à pena e foi além de seus sonhos mais distantes. Ela foi selecionada da audiência de Elvis para ser sua companheira. Tão simples e assombrosamente incrível como isso.
Foi no último número de Elvis. Ele parecia incrível naquela noite. Um Adônis, trinta e seis anos de idade, arrogantemente em pé no centro dos holofotes, orquestrando o público com uma pequena tremulação de seus dedos cheios de anéis. A sua boca soltava as palavras de forma sensual, no seu número final,


ELVIS: O QUE ACONTECEU?

“I Can’t Help Falling in Love with You”, e, como de hábito, as mulheres de meia idade, que deveriam ser mais experientes, desfaleciam como adolescentes na frente de seus maridos corpulentos.
Na segunda fila da audiência, lotada, estava sentada Jane totalmente hipnotizada, como sempre quando Presley estava no palco. Quando Presley chegou à metade de seu número, ele puxou o lenço embebido no suor de seu pescoço, beijou-o e lançou-o para o público. As mulheres avançaram como invasores de Oakland Raiders, derrubando mesas ao som de taças de coquetel quebrando. Presley acrescentou ao pandemônio, voltando para a banda e pegando mais lenços. Ele os passava em sua testa, os beijava, e os atirava para o público.
A confusão que se seguiu foi incrível, como as senhoras de meia-idade travavam batalhas de guerra de cabo de aço pelos lenços com o suor “Do Homem” sobre eles.
Jane ficou ali sentada na segunda fila, suspirando. Ela não conseguiu nenhum lenço naquela noite. Mas ela conseguiu outra coisa: alguns olhares de admiração de Elvis Presley. Toda vez que ele chegou à beira do palco, ele se virava e piscava para ela. Jane ficou espantada, mas ela não compreendeu muito isso. Porque ele se sentiria atraído por ela, com tantas mulheres? Quando o show acabou, Jane pensou que viu Elvis lhe acenando. Impossível. Jane transbordava de emoção. O show tinha acabado. Ele tinha sido fantástico. Agora uma noite de sono no carro antes de começar a longa viajem de carro para casa.
Elvis não era o único de olho nela naquela noite. Dos bastidores, ela recebeu alguns olhares de admiração de Sonny West, um homem que não reparava na beleza das mulheres num show de Elvis. Também junto a Sonny nos bastidores estava Espósito. Espósito e Dave Hebler eram dois dos poucos não-sulistas na comitiva de Elvis. Espósito era um homem de raciocínio rápido, de Chicago, que tinha reputação de ser capaz de fazer as coisas rapidamente
 
 
 
 

ELVIS: O QUE ACONTECEU?

sem sobressaltos. Com um gosto forte para roupas e uma paixão por diamantes que fez com que os rapazes de Memphis o chamassem de “Diamante Joe,” um nome que Espósito parecia deleitar-se. Espósito tinha conhecido Elvis no exército e se ligou, e desligou dele desde então. Ele tinha um olho afiado para algo que agradaria o seu chefe e, para o seu transtorno, foi o primeiro membro da companhia Presley a ser posto na folha de pagamentos. Ele era o ajudante de campo mais valorizado de Presley.
O que Joe e Sonny viam em Jane Robertson era algo que seguramente agradaria o seu chefe. Ela simplesmente escoava beleza e sex appeal inconscientemente. Nem um grama de maquiagem ou batom em seu rosto... ela realmente era uma coisa.
Como o show terminou com aplausos ensurdecedores e gritos histéricos, Sonny e Joe correram para o local onde Elvis deixaria o palco. Os três entraram no elevador que os levaria a suíte master. Presley estava ensopado de suor e seu peito arfava. Ele tinha colocado cada grama de energia na apresentação. “Bom show, ‘E’”, disse Sonny. “Você realmente os incendiou.” Elvis acenou com a cabeça agradecendo, mas sua mente estava em outro lugar.
“Maldição, man, você viu que garota sentada lá na audiência? Diabos de mulher bonita. Quem é ela? Ela estava linda.”
Sonny e Joe não estavam surpresos que ele a tenha visto. Normalmente é quase impossível ver o público do palco iluminado, mas quando Elvis foi até a borda para jogar suas echarpes, ele foi capaz de ver as três primeiras fileiras. “Sim”, disse Sonny com um grande sorriso, enquanto ajudava seu patrão a tirar o macacão branco vislumbrante, “sei sobre quem você está falando. Verdadeiramente sexy.” Sonny não precisou de nenhum comando. Ele arremessou-se para cima enquanto a multidão que jantava ainda se recuperava de sua histeria e mirou em Jane Robertson.
 
 
 

ELVIS O QUE ACONTECEU?

“Oi, querida,” Sonny disse, “você quer conhecer Elvis? Sou Sonny West e ficaria feliz em apresentá-lo.” A resposta era a de se esperar.
“Ora, vamos”, replicou Jane, bastante familiarizada pelos truques usados por homens, “você está brincando comigo.”
Sonny abriu um sorriso encantador. “Não querida, aqui está minha identificação. Eu trabalho para o Sr. Presley. E ficaria muito satisfeito em apresentá-lo. Vamos lá, ele está lá em cima no quarto dele. Eu a levarei direto a ele.”
Elvis estava na sala interna vestindo-se, assim Sonny apresentou-a aos outros ao redor. Ela conversava com Sonny e Joe sobre o quanto tinha gostado do show. Ela lhes disse que era fã de Elvis desde o primeiro momento que foi capaz de ouvir sua música. Ela riu e riu timidamente. Então Elvis materializou-se através da outra sala, e Sonny pensou que Jane ia desmaiar. “Ela tinha esta grande gargalhada, uma personalidade tímida. Cara ela era demais.”
Quando Elvis conhece uma garota nova, ele raramente muda o perfil. Ele avança muito tranqüilo, muito atento, muito atencioso. Ele se transforma em um verdadeiro garoto do campo, e as meninas caem como carvalhos cortados ao solo.
“Mesmo se Elvis não fosse quem é, digo-o, é o mesmo velho motorista de caminhão,” diz Sonny, “quando ele joga aquele charme caipira, ele poderia conquistar a Rainha da Inglaterra.” Não surpreendentemente, Jane ficou na suíte de Elvis naquela noite. Sua mãe faria a viajem para casa sozinha. “Elvis realmente a pegou”, diz Sonny. “Ele a viu muito durante aquela temporada. Ele lhe comprou algumas roupas e outras coisas. Não que ela quisesse. Ela só queria estar perto de Elvis. Mas dentro de pouco tempo Jane começou a mudar. “Elvis começou a dar-lhe pílulas aqui e ali para lhe levantar, mas não que ela precisasse. Mas acho que ela não queria parecer caipira ou quadrada. Ela tomava coisas com Elvis. E eu sei que ela nunca tinha tomado nada antes,” diz Sonny.
 
 
 
ELVIS: O QUE ACONTECEU?


A noite que Sonny gostaria de esquecer, Elvis, Sonny, e Charlie Hodge levaram Jane em um a viajem para a casa de Elvis em Chino Canyon Road, Palm Springs. Quando eles chegaram, Elvis se sentia fora de si. Ele tinha tomado a sua dose habitual de pílulas durante o dia, mas quando chegou perto da hora de deitar, cerca de três da manhã, Elvis sacou um frasco de Hycadan.
Normalmente prescrito por médicos para casos severos de tosse e congestão, Hycadan em grandes quantidades é um narcótico perigoso.
“Elvis perderia a cabeça sobre o efeito desse material,” lembra Sonny, “Eu já provei-yuk” - riso delirante. Naquela noite Jane tomou uma dose. Mais risos. Rumo as 4h00, os dois cochilavam, davam risadinhas, tropeçavam e pronunciavam palavras indistintas em uníssono feliz. Então eles foram para a cama.
O swigging do Hycadan continuou. Os dois podiam ser ouvidos rindo e rindo dentro do quarto principal. No dia seguinte, Sonny tinha planejado persuadir Elvis a tomar um pouco de sol. “ele estava com um branco horrível, por isso queria que ele se bronzeasse para ter uma aparência mais saudável.”
A comitiva acordou aproximadamente por volta das onze da manhã. Sonny e Charlie liam os jornais, esperando o seu chefe despertar da noitada. “meio dia veio e foi”, lembra Sonny. Normalmente, alguém teria tomado o café da manhã, mas neste dia eles não fizeram, e já estava chegando perto da uma hora. Casualmente perguntei se alguém tinha checado Elvis. O caso é que o medo dele tomar uma overdose nunca fica longe de nossas mentes, embora ele seja muito cuidadoso quando se trata de aferir drogas. Ele conhece melhor aquelas drogas do que um médico.
Mas nesta manhã, porém, ele errou no cálculo. Sonny vagueou em volta da suíte master para verificar. Ele atravessou a primeira porta e depois empurrou a segunda que se abria para a suíte de Presley. “Tá tudo em cima, chefe? O que você quer para o café da manhã? Não houve resposta.” Silêncio. “Hey, Elvis, chefe, você está aí?”
 
 

ELVIS O QUE ACONTECEU?

Nenhuma resposta. O coração de Sonny disparou. “Jesus”. Ele abriu a porta e Elvis estava deitado sobre a cama, de lado.
“Dentro do quarto, a temperatura estava muito baixa. Estava congelante. Ele mantinha aquela temperatura tão baixo que você mal poderia suportar,” diz Sonny. “Corri até Elvis, ‘Chefe, chefe, chefe, vamos acorde. Chefe, chefe.’” Sonny gritava. Ele lembra que Elvis fazia respirações longas e profundas com intervalos de cerca de cinco segundos. Sonny rastejou através da cama onde Jane estava deitada nua sob os lençóis. “Jane, Jane, querida, vamos, levante-se, vamos, vamos.”
Sonny nunca esquecerá o que sentiu. “Oh, man, era isso. Toda a viajem tinha acabado. Eu tinha certeza que ambos estavam vendidos. Abri os olhos de Jane. Eles estavam vidrados como mármores. E ali estava uma respiração terrível. Ela não estava respirando corretamente. Era como um longo gemido, estrangulado, meio respiração. Então abria as suas pálpebras novamente, e estavam brancas. Estapeei seu rosto, algumas vezes, mas nenhuma reação. Cristo, eu fiquei assustado. Eu gritei para Charlie Hodge, ‘Charlie é melhor chamar um médico rápido. Elvis e sua garota estão realmente maus.’”
Dentro de minutos um médico a quem chamaremos de “X” – chegou à casa de Chino Canyon Road. Por agora Elvis começava a se reanimar. O Dr. “X” pegou a menina e verificou seu pulso, sua respiração, e seus olhos, e disse, “Precisamos de uma ambulância aqui... Esta menina está morrendo... Não podemos perder tempo.”
Elvis ainda cambaleava como um marinheiro bêbado. Ele disse ao médico, “Ora vamos, doutor, ela vai ficar bem, basta dar-lhe uma injeção de Ritalin. Estou dizendo-lhe ela ficará bem.”
Sonny estava ficando irritado. Aqui eles tinham uma garota morrendo em suas mãos, e Elvis está dizendo ao médico o que fazer. Cara eu estava quente, eu poderia ter lhe dado um direito em sua boca.
 
 
 
ELVIS: O QUE ACONTECEU?


Idiota tentando dizer ao médico o que fazer.”
O Dr. “X” estava, obviamente, preocupado. Elvis começou a discutir com ele. “É apenas Hycadan demais, isso é tudo. Ela estava tomando a merda feito água. Basta dar-lhe uma injeção de Ritalin e ela ficará bem.” O Dr. “X” interrompeu-o. “Não, vamos colocá-la em uma ambulância direto para a emergência.” Dentro de minutos uma ambulância chegou a casa. Charlie Hodge e Sonny seguiram a ambulância ao hospital.
“Eles bombearam o seu estômago, colocando-a na máquina e tudo,” diz Sonny. Charlie Hodge olhou-a, e olhou de volta para Sonny e disse, “Cara, parece que ela não vai resistir.” Sonny olhou para o chão, e por um momento pensou que fosse chorar.
O Doutor “X” deparou-os. “Está menina está mal... serei honesto... Eu não posso prometer nada. Por que não voltam para casa, eu ligarei se houver qualquer alteração.”
Sonny e Charlie voltaram para casa em silêncio. Elvis começava a recobrar-se. Ele havia tomado alguns Ritalin. “Alguma mudança?,” Disse ele em um semi tom monótono.
“Não”, disse Sonny sobriamente.
Charlie interrompeu, “O médico disse que não sabe se ela sobreviverá.”
Elvis franziu a testa. “Eu disse para a garota não tomar tanto. Ela foi abatida.” Ele então entrou no quarto para fazer uma ligação importante.
Sonny estava ficando irritado. Aqui esteve uma menina morrendo, e em segundos Elvis estava dizendo que não tinha nada a ver com isso.
“Não importa como aconteceu”, disse Sonny, foi o seu frasco de drogas. A garota nunca tinha tocado em uma taça de champanhe, e agora, por cause dele, ela estava lutando pela vida no hospital. E tudo o que ele pode fazer foi dizer ao médico o que fazer e depois dizer que tudo foi culpa dela. Maldito. Ele é um filho da puta.”
 
 
 
ELVIS: O QUE ACONTECEU?


Por volta das sete, naquela noite, Charlie Hodge recebeu uma chamada do Doutor “X”. “Ela está começando a reagir. Talvez ela fique bem. Não posso prometer nada, mas estamos fazendo o possível,” ele disse a Charlie. “Porque não passam no hospital.”
Charlie e Sonny pularam no carro e estavam lá dentro de poucos minutos. “Entramos na unidade de cuidados intensivos,” lembra Sonny. “Havia quatro ou cinco camas lá dentro. Jane era a única paciente. Ela parecia péssima. Seus olhos estavam fechados.”
“Acho que ela vai ficar bem,” o Doutor “X” disse. “Parece que ela está reagindo. Ela vai viver.”
Sonny fica aterrorizado quando pensa no que aconteceu em seguida. Ele foi até ela e lhe tocou o braço. “Jane,” ele murmurou baixinho. Ela abriu os olhos e de repente, lembra Sonny, “ela saltou daquela cama como um animal selvagem. Ela estava silvando como um leão da montanha. Rosnando como uma fera, hhhhhhhshhhhhh, assim. Uau, eu fiquei assustado.”
Sonny lançou um olhar preocupado ao Doutor “X”, que explicou. “Ela não sabe onde está.”
“Será que ela está bem?” Sonny perguntou. “Será que ela vai ficar bem?”
“Bem,” disse o médico, “Nós não sabemos como ela foi afetada por isso, não sabemos quanto tempo ficou sem oxigênio. Podemos apenas fazer o nosso melhor e esperar.”
Jesus pensou Sonny, se está menina se transformar num vegetal somente por algumas loucuras em Chino Canyon? Quando Sonny e Charlie deixaram o hospital, Sonny lembra que Jane ainda estava tendo dificuldades para respirar. Ela precisava de oxigênio. Elvis estava sentado na sala de estar da casa em Chino Canyon. “Ela vai ficar bem, eu acho,” disse Sonny de mau humor, “mas ela nunca mais será a mesma. Ela estava silvando para mim como um gato maldito. Ela não me reconheceu.”
Elvis estava novamente na sua própria viajem. Tudo que ele disse foi “man.” Sonny não se lembra dele fazer
 
 
 
ELVIS: O QUE ACONTECEU?


uma chamada telefônica para Jane, visitá-la ou mesmo reconhecer sua existência por muito tempo.
Outra pessoa o deixava preocupado. A pessoa para quem Elvis fez o telefonema importante era o homem que muitas vezes ele procurava na hora do aperto.
“Elvis sempre se voltava para ele quando se envolvia em algo que não poderia segurar”, lembra Sonny. “A conta do hospital foi paga. Ela foi levada de volta para casa. Não houve um murmúrio sobre isso na imprensa. Os jornais fariam uma festa com isso. Mais tarde, alguém trouxe o fato que poderia haver uma ação movida pela garota ou a mãe. Joe Espósito foi instruído a lhe dar algum dinheiro. A mãe não aceitou. Eu acho que Joe acabou por lhes dar alguma coisa. Mas a garota e a mãe não queriam nada. Elas não iriam processá-lo ou algo parecido. Elas eram grandes pessoas.
“A questão era porque Elvis tinha esta imagem de ser tão anti-drogas, a garota e mãe não quiseram destruir aquela imagem. Aquela garota, Jane, amava Elvis, o homem. Você sabe, eu acredito que, mesmo que sua filha tivesse morrido, a mãe ainda teria mantido a boca fechada.”
Jane realmente foi chamada por Elvis depois naquele ano. Ele falou-lhe brevemente e disse-lhe, de acordo com Sonny, “Querida quando você estiver um pouco melhor, eu vou levá-la comigo na turnê.” Mas Sonny relata: “Ela estava fora. Elvis não queria enfrentar a situação.”
Sonny viu Jane novamente. Ela e sua mãe tinham ido para Las Vegas para o show de Elvis. Se reuniu com sua mãe também. “Elas dormiam no carro, porque não podiam pagar por um quarto de hotel. Joe Espósito descobriu sobre isso, pegou-as e hospedou-as em um quarto no Hilton. Quando lhe falei ela tinha lágrimas nos olhos. ‘Sonny você sabe que eu não o culpo. Ele não fez nada. Foi tudo culpa minha.’
“Ela assumia a culpa pela coisa toda.
 
 

 
 
 
 
ELVIS: O QUE ACONTECEU?


Ele realmente a fez tomar. Ele era o rei. Qualquer um faria qualquer coisa para agradá-lo.” Então Sonny ficou triste. “Man, estava tudo acabado para aquela garota. Seu rosto nunca mias se iluminou. Tudo que aconteceu lá atrás quando ela teve uma overdose, tinha afetado sua personalidade. Ela era uma pessoa diferente. Não havia mais aquela risadinha tímida, aquele riso fácil. Ela parecia compenetrada, quieta e introvertida. Eu não sou médico, mas aquela experiência virou-a do avesso. E ainda tudo que ela podia falar era sobre Elvis. Havia um amor genuíno ali.
“Nunca ouvi Elvis falar sobre ela novamente. Em 1971, Elvis era um homem mudado. Ele não era mais o garoto tímido e amante da diversão de Memphis. Não, ele apenas pensava em si e transformou-se nesse maldito junk. Era como uma farmácia ambulante.”
 
continua........
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

PRISCILLA PRESLEY NA CAPA DE "CARAS" FALA SOBRE "THE ELVIS EXPERIENCE"

 





















No dia 28 de dezembro chegou nas bancas a Revista Caras com a entrevista de Priscilla Presley contando sobre como é o Natal em Graceland e sobre "The Elvis Experience" que acontecerá em setembro de 2012 no Brasil. A entrevista foi o grande destaque desta edição, tanto que Priscilla ganhou a capa da revista! Indagada por que o Brasil foi o "escolhido" para receber a exposição disse: "Essa é uma grande oportunidade para dividi-lo com os brasileiros. Sabemos que há milhares de fãs no Brasil. Recebemos muitas cartas do País. Estamos emocionados com essa oportunidade!" A 2Share (Brasil) está mostrando que transformará "Elvis Experience" num grande evento em 2012, não poupando esforços na divulgação! Leia trecho da entrevista de Priscilla:

Qual era o significado do Natal para Elvis?

– O Natal era a época preferida do ano para ele, quando reunia os amigos e a família. Trocávamos presentes e tínhamos um grande jantar. Elvis gostava tanto do Natal que quando voltou da Alemanha encontrou a decoração ainda montada. O pai dele sabia desse sentimento e não tirou os arranjos enquanto ele esteve fora. Elvis também adorava dar presentes, principalmente joias. Presenteava a todos que estivessem aqui. Ele amava as luzes de Natal. Também chamava 50 entidades de caridade e entregava para cada uma delas 10000 mil dólares. Ele era muito generoso.

– Vocês se encontraram muito jovens. Como avalia a relação?

– Eu tinha apenas 14 anos. Nunca, nem nos meus sonhos, imaginava que estaria no lugar que estou hoje. Surgi na vida de Elvis no momento em que ele precisava de mim. Eu era alguém que o ouvia, alguém com quem ele podia falar, expressar suas frustrações. Ele era um homem muito solitário naquela época. Tinha acabado de perder a mãe, havia se alistado no Exército e vivia na Alemanha. Ouvi muito sobre as preocupações dele de voltar aos Estados Unidos.

Quais preocupações?

– Ele temia não ser aceito pelos fãs da mesma maneira que era antes de ir para a Alemanha. De voltar e não estar no topo das paradas. Ele tinha medos e preocupações que discutíamos. Estabelecemos uma grande amizade logo no início. Apesar de ter apenas 14 anos na época, eu era madura















O que a levou a lutar para salvar Graceland e promover o legado de Elvis?

– Elvis deu tanto para tantas pessoas ao longo da vida, amava e se preocupava com os fãs. Ele merece que seu legado seja mantido vivo. Se existe uma pessoa que deve ser compartilhada com o mundo, é Elvis Presley. Ele pode não ter sido um modelo em todos os sentidos, mas representou muito para várias pessoas. Foi um exemplo de filho e um pai extremamente dedicado. É isso que me move.


– Qual é o envolvimento de Lisa Marie com Graceland?

– Ela é muito envolvida, sempre vem visitar, realiza jantares aqui e faz questão de vivenciar a experiência de estar na casa como a deixou quando saiu daqui, com apenas nove anos. Ela tem grandes lembranças da vida com o pai e é uma entusiasta dos esforços para manter o legado dele vivo.

– Por que o Brasil foi escolhido para receber a exposição?

– Essa é uma grande oportunidade para dividi-lo com os brasileiros. Sabemos que há milhares de fãs no Brasil, recebemos muitas cartas do País. Estamos emocionados com essa oportunidade.

– Como era o homem por trás do grande mito?

– O maravilhoso em Elvis é que era tão humilde e genuíno, uma das pessoas mais autênticas que já encontrei. Nunca sentiu inveja, acreditava que havia espaço para todos. Quando os brasileiros virem a exposição e o show vão sentir isso. É impossível não se apaixonar.


 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 


 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

FONTE DE INFORMAÇÕES E AGRADECIMENTOS AO SITE ELVIS TRIUNFAL 

sábado, 24 de dezembro de 2011

noticias e materias sobre o show de elvis presley no brasil


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finalmente vai acontecer o evento táo esperado no brasil o show de elvis presley isso gerou muita comoçao e elegria nos  fás do brasil e em sites e blogs sobre elvis e e principalmente em sites de jornal que fizeráo questáo de divulgar este grande evento e o blog elvis the men tem o grande orgulho de postar todas estas noticias,

acompanhe aqui materias de outros sites sobre este grande evento que é a vinda do espetaculo elvis in concert para o brasil,




The Elvis Experience passará por São Paulo em 2012

Projeto que inclui uma exposição com mais de 500 itens pessoais de Elvis Presley  e espetáculo poderão ser vistos no Brasil ano que vem.

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'Elvis Presley in concert' promete chegar ao mais próximo do que seria, hoje, uma apresentação de Elvis




'Elvis Presley in concert' promete chegar ao mais próximo do que seria, hoje, uma apresentação de Elvis


Elvis Presley (1935-1977) viveu durante duas décadas em uma mansão em estilo neoclássico situada em Memphis, no estado do Tenessee (EUA), em uma rua que hoje leva o seu nome e que se tornou a meca para onde fãs ilustres, como B.B. King, Billy Idol e até Raul Seixas, já migraram para venerar o ídolo.
Quem estiver em São Paulo entre os meses de setembro e outubro de 2012 vai ter a sensação de pisar em um pedacinho da Graceland, como é chamada a casa museu que reúne a maior parte do acervo deixado aos mortais pelo imortal, coroado ainda em vida, como Rei do Rock.
A Elvis Presley Enterprises, empresa responsável por gerir o patrimônio do artista, em associação com a empresa brasileira 2Share Entertainment, anunciou para o próximo ano a vinda ao Brasil de The Elvis Experience, projeto que inclui uma exposição com mais de 500 itens pessoais do astro e o show 'Elvis Presley in concert', espetáculo que promete chegar ao resultado mais próximo possível do que seria, hoje, uma apresentação ao vivo de Elvis.
O anúncio oficial foi feito ontem e teve a tutela da viúva de Presley, Priscila, e a sua filha, Lisa-Marie, que contaram à imprensa que estavam felizes em compartilhar alguns dos objetos raros do ex-marido e do pai, "em um país onde Elvis é ainda tão querido", comentou Priscila.
Atualmente, uma leva considerável de fãs-clubes do roqueiro topetudo é oriunda de países da América do Sul, com destaque para o Brasil que, no Facebook, comanda uma legião de visitantes da página oficial da Graceland na rede.
O projeto fará uma homenagem à memória dos 35 anos que o mundo não vê ao vivo o gingado de pernas que, no cinema, rivalizou com as coxas nuas de Marilyn Monroe (1926-1962), se insinuando em meio à bainha branca do seu vestido esvoaçante.
OS TESOUROS DE ELVIS
Entre as joias cobiçadas do santuário de Presley, que poderão ser vistas a partir do dia 18 de setembro na capital paulista, está o automóvel MG vermelho conduzido pelo ator em Feitiço Avaiano (Blue Havaii, EUA, 1961), uma de suas célebres passagens por Hollywood.
Outras peças que prometem atrair hordas de aficionados pela história da voz mais famosa do rock são o telefone banhado a ouro do seu quarto de dormir; o figurino branco usado no especial para a televisão em 1968 e o famoso traje 'American Eagle', com que faz uma aparição em outro especial, de 1973.
O show 'Elvis Presley in concert' também já tem data marcada: dia 2 de outubro, também em São Paulo, com imagens icônicas de sua carreira exibidas em um telão, acompanhadas pela performance uma orquestra formada por músicos que fizeram parte da trajetória lendária do cantor.
De acordo com informações divulgadas pela 2Share Enterteinment, a estrutura para a mostra e para o espetáculo será montada durante os próximos nove meses, prevendo a chegada dos antigos companheiros de palco de Elvis e do inventário que faz uma viagem pioneira à América do Sul.
As previsões da empresa indicam que informações sobre local, horários, preços e venda de ingressos para a exposição e o espetáculo estarão disponíveis a partir do dia 8 de janeiro de 2012. Nesta data, Elvis Presley estaria comemorando o seu aniversário de 77 anos.


materia do Jornal da Paraiba







ELVIS EXPERIENCE  EXPOSIÇAO VEM AO BRASIL


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Elvis não morreu mesmo, pelo menos não no coração de todos seus fãs e admiradores. E para celebrar o 35º aniversário de sua suposta morte em 2012, chegará ao Brasil a maior exposição de itens pessoais do Rei do Rock. The Elvis Experience conta com itens raríssimos do Rei do Rock vindos diretamente de Graceland, a casa em que Elvis morou, virou museu e até hoje leva multidões ao Tenessee.
Entre os 500 itens raros, estão o carro vermelho MG usado em “Feitiço Havaiano (Blue Hawaii), o telefone folheado a ouro do quarto em que Elvis dormia, sua clássicas roupa branca e o figurino “American Eagle” que foi usado em 1973 no primeiro concerto via satélite do mundo, o especial “Aloha from Hawaii”.

Para Jack Soden, CEO e Presidente da Elvis Presley Enterprises, o evento é uma excelente oportunidade de compartilhar o legado do cantor com seus fãs da América do Sul.

E não para por aí, dia 2 de outubro acontecerá o show do “Elvis Presley in Concert”, um evento que vai deixar ainda mais na dúvida se o Rei está ou não vivo.

No show, uma orquestra completa, cantores e músicos que tocaram com Elvis tocarão junto com uma projeção de última geração de uma das melhores apresentações de Mr. Presley.

E para continuar ainda mais o mistério, mais informações sobre datas e preços serão divulgadas no dia em que Elvis completaria 77 anos, dia 8 de janeiro fique de olho!
materia do Café Del Marco:
The Elvis Experience estará no Brasil em 2012


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The Elvis Experience, uma exposição dedicada ao Elvis Presley, chega ao Brasil em 2012. A mostra conta com mais de 500 itens, incluindo objetos pessoais, vindos de Graceland, a casa do Rei do Rock em Memphis, no Tenessee. A exposição ocorre a partir do dia 18 de setembro, em São Paulo, e traz ainda o Elvis Presley in Concert, que reúne vários parceiros de banda de Elvis, em um palco diante da projeção em alta definição do cantor. Será a primeira vez que uma produção assim acontece fora dos EUA.

O espetáculo passa ainda por Porto Alegre, Brasília e Rio de Janeiro. O local da mostra e os preços serão anunciados próximos à celebração do aniversário de Elvis Presley, no dia 8 de janeiro. A ideia é tornar a exposição acessível a todos os públicos. Ela conta, por exemplo, com o carro MG vermelho do filme Feitiço Havaiano.  
No mesmo período, Porto Alegre recebe o espetáculo Elvis Presley in Concert

A informação já está no site oficial do Elvis: http://www.elvis.com/


materia do Leouve:




Exposição “The Elvis experience” confirmada para setembro


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Mais de 500 itens pessoais serão trazidos de Graceland, pela primeira vez


Exposição com mais de 500 itens pessoais de Elvis Presley, vindos diretamente de Graceland, será apresentada pela primeira vez no Brasil em 2012. A celebração ao Rei do Rock incluirá a primeira performance na América do Sul do espetáculo “Elvis Presley in Concert”


materia do Porto Cultura:








Exposição no Brasil celebrará a vida de Elvis Presley




Uma exposição com mais de 500 itens pessoais de Elvis Presley, vindos de Graceland, será apresentada no Brasil em 2012. Pela primeira vez na América do Sul, a mostra The Elvis Experience estará em São Paulo a partir do dia 18 de setembro. Além da exposição, o show Elvis Presley In Concert acontecerá no dia 2 de outubro, trazendo uma orquestra composta por músicos que integraram a banda do cantor. Entre os itens da exposição estão o famoso figurino branco usado no especial de TV de 1968, um telefone folheado a ouro do quarto de Elvis e o carro MG vermelho que aparece no filme “Feitiço Havaiano – Blue Hawaii”. Segundo a assessoria, os preços e os locais do evento serão divulgados no dia 8 de janeiro, aniversário de Elvis Presley. Fonte: G1.


materia do GFM:








Exposição sobre Elvis Presley chega ao Brasil em 2012

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Mostra, que reúne mais de 500 itens pessoais do Rei do Rock, será acompanhada de show temático



Direto de Graceland: exposição traz até carro utilizado em filme de Elvis Presley

A montagem “The Elvis Experience”, que reúne mais de 500 itens pessoais de Elvis Presley, vindos diretamente de Graceland, EUA, chega ao Brasil pela primeira vez em 2012. Além da exposição, São Paulo também vai receber um show inédito na América Latina em homenagem ao Rei do Rock, o “Elvis Presley In Concert”.

A mostra promete inauguração em 18 de setembro e ainda não tem lugar definido. Entre os itens que virão para o Brasil, estão um telefone folheado a ouro do quarto de Elvis, seu figurino branco usado em um especial na TV de 1968 e até o carro MG vermelho usado do filme “Feitiço Havaiano – Blue Hawaii".
No dia 2 de outubro, os fãs brasileiros poderão acompanhar um show em homenagem ao Rei do Rock, o “Elvis Presley in Concert”. A experiência trará uma apresentação do cantor projetada em um telão, enquanto músicos e cantores que trabalharam com Elvis acompanharão o vídeo ao vivo.
Mais informações como detalhes dos itens que serão enviados para o Brasil, locais da exposição e do show, datas e preços dos eventos devem ser divulgados próximos ao aniversário do cantor, no dia 8 de janeiro.

materia do Veja SP








“The Elvis Experience” traz para São Paulo mais de 500 itens pessoais e raros do Rei do Rock


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Não são só os festivais e shows internacionais que farão de São Paulo uma das grandes capitais mundiais da música em 2012. Uma exposição com mais de 500 itens raros e pessoais de um certo ex-caminhoneiro rebolativo e topetudo, de timbre de voz inesquecível e responsável por estabelecer a era do rock nos Estados Unidos promete ser daqueles eventos nos quais não se deixa de ir nem por uma perna quebrada ou dor de barriga.

“The Elvis Experience” será a maior exposição sobre Elvis Presley já montada fora de território norte-americano. Todas as peças, incluindo o carro MG vermelho que aparece no filme “Feitiço Havaiano – Blue Hawaii” e o famoso figurino branco “American Eagle” usado em um especial de TV em 1973, virão diretamente de Graceland, a casa museu do cantor, localizada em Memphis, no Tenessee, e poderão ser vistas por aqui a partir do dia 18 de setembro. Local e outros detalhes importantes (como o preço) só serão divulgados a partir do dia 8 de janeiro, dia em que Elvis completaria 77 anos de idade.

Além da exposição, os fãs que sempre sonharam estar presentes em um dos vibrantes shows do Rei do Rock, terão seus desejos quase realizados no “Elvis Presley in Concert”, espetáculo que acontece em São Paulo no dia 2 de outubro (também sem local definido). Algumas das melhores performances do astro de “Love Me Tender” e “Suspicious Mind” serão projetadas em um telão de última geração, acompanhadas ao vivo, no palco, por uma orquestra completa, formada por cantores e músicos que trabalharam com Elvis ao longo de sua carreira. A remasterização e a interação do cantor com o público e sua banda provocam a sensação de que tudo realmente está acontecendo ao vivo, mas é claro que a felicidade só seria completa se o cantor de costeletas marcantes estivesse de verdade na apresentação.


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E se você é de outro estado e já ia começar a reclamar sobre a impossibilidade de poder participar dessa festa, saiba que diferente da exposição, que ficará restrita a São Paulo, o espetáculo sairá em turnê e passará também pelo Rio, Brasília e Porto Alegre. "The Elvis Experience" e “Elvis Presley in Concert” serão trazidos ao Brasil para marcar os 35 anos da morte de Elvis, encontrado sem vida em sua casa no dia 16 de agosto de 1977, vítima de um ataque cardíaco.



materia do Colherada









The Elvis Experience in Brazil

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EXHIBIT FEATURING MORE THAN 500 ELVIS PRESLEY ARTIFACTS TO BE PRESENTED IN BRAZIL IN 2012. Celebration of Elvis will include the first South American performance of “Elvis Presley in Concert.”


MEMPHIS, TN – December 21th, 2011 – Elvis Presley Enterprises, Inc. announced today that it has partnered with 2Share Entertainment to present a major exhibition in South America, curated by archivists from Elvis Presley’s Graceland in Memphis, Tenn. The Elvis Experience will begin in Sao Paulo, Brazil, on September 18, 2012. In addition to the exhibit, there will be a performance of “Elvis Presley in Concert,” the astounding production that reunites former Elvis band mates live on stage with a state-of-the-art, video-projected Elvis.
A first of its kind exhibition outside the United States, “The Elvis Experience” includes over five hundred rare artifacts, documents and photos, many of which have never left the vaults or exhibit areas of Elvis Presley’s Graceland in Memphis.






Among the items that will be shipped from Graceland are Elvis’ red MG automobile as featured in his classic film “Blue Hawaii,” a gold plated rotary dial telephone from Elvis upstairs bedroom, and his signature white suit featured in the closing number of his 1968 television special now referred to as “The ’68 Special.” One of the most recognizable items traveling from Memphis to Brazil is one of the American Eagle jumpsuits Elvis used for the 1973 “Aloha from Hawaii” television special, the world’s first LIVE televised satellite concert.
“Elvis has always maintained a broad international appeal and it is no surprise that there are thousands of fans across South America and Brazil who continue to embrace his rich legacy,” commented Priscilla Presley, former wife of the late music icon. “Lisa and I are happy to be able to share some of these special items that mean so much to us, as they did to Elvis, and loan them for public display in a country where Elvis is so well-loved.”
In addition to the exhibition, South American fans will also be able to experience the closest they will ever come to a LIVE Elvis concert with the announcement that “Elvis Presley in Concert” will take place in Sao Paulo on October 2, 2012. Concert-goers will see some of Elvis’ finest performances projected on a large video screen, accompanied live on stage by a cast of singers and musicians who worked with him, a full orchestra, and additional singers and musicians.



“For the next nine months, our team at 2Share Entertainment will be working passionately to build out all the aspects of this first-of-its-kind exhibition. We are also preparing to welcome Elvis’ former backup singers and band mates to South America,” said Rafael Reisman, President of 2Share Entertainment. “We anticipate this special loan of rare artifacts from Graceland and the performance of “Elvis Presley in Concert” will draw thousands of people from many countries around the world so we are making sure everyone has a unique experience in Brazil.”
There are currently many Elvis Presley fan clubs in South America and Graceland has seen a steady increase in visitors from the country in the last several years. Currently, on Elvis’ Facebook page, South America ranks third in the number of international fans, just behind the United Kingdom and Mexico.
“This unique and rare loan of artifacts from our collection at Graceland, in addition to the staging of this concert experience, is going to be a fantastic addition to the 35th anniversary celebration throughout 2012,” said Jack Soden, CEO and President of Elvis Presley Enterprises, Inc. “We know there are a significant number of Elvis fans in South America and this allows us to share Elvis’ rich life and legacy with them during this very special year.”
Additional details about other artifacts traveling to Brazil, exhibition location, length of exhibition, and admission prices will be announced in the days surrounding Elvis Presley’s birthday celebration on January 8. Visit elvis.com for updates on the announcement surrounding this exciting Elvis exhibition in Brazil.


materia do Midiorama:







Exposição com itens pessoais de Elvis Presley chega ao Brasil em 2012



Uma exposição vinda diretamente da casa museu de Elvis Presley em Memphis (EUA),  traz ao Brasil em 2012 mais de 500 itens pessoais do cantor. Legal né?


materia do Best Rádio:








Exposição de Elvis Presley é anunciada para 2012 no Brasil


The Elvis Experience vem a São Paulo em setembro


materia do PB1

Exposição de Elvis Presley é anunciada para 2012 no Brasil



The Elvis Experience vem a São Paulo em setembro



Uma exposição dedicada a Elvis Presley, será montada no Brasil em 2012.
O evento promete mais de 500 itens, incluindo objetos pessoais do Rei do Rock, vindos diretamente de Graceland, a casa museu localizada em Memphis, no estado norte-americano do Tenessee.
The Elvis Experience será inaugurada em São Paulo no dia 18 de setembro de 2012. Além da exposição, a cidade receberá o Elvis Presley in Concert, produção que reúne ao vivo no palco vários companheiros de banda de Elvis, diante de uma projeção em alta definição do cantor.
Será a primeira vez que um evento dessa escala é montado fora dos EUA. Entre os itens que serão expostos está o carro MG vermelho que aparece no filme Feitiço Havaiano, um telefone folheado a ouro do quarto de dormir de Elvis, seu famoso figurino branco (usado no especial de TV de 1968) e o figurino “American Eagle” (do especial Aloha from Hawaii).
Detalhes adicionais sobre os itens, local da exposição, datas e preços serão anunciados por volta da celebração do aniversário de Elvis Presley, em 8 de janeiro

materia do Omelete:



Elvis Presley não morreu e vem ao Brasil ano que vem

O Brasil vai ser o primeiro a receber a exposição The Elvis Experience, com mais de 500 peças pessoais de Elvis Presley, pela primeira vez fora do museu do Rei do Rock, em Memphis, no Tenessee. A mostra será inaugurada no dia 18 de setembro de 2012, juntamente com um concerto reunindo os velhos companheiros de banda de Elvis, no dia 2 de outubro. Trata-se do O Elvis Presley in Concert. No palco, até o próprio Elvis, visto em telão de última geração, como se fosse um show ao vivo com o Rei do Rock! De fazer qualquer fã babar enlouquecido. Onde? Em São Paulo, naturalmente, meus amores..
Tudo isso graças a uma parceria da Elvis Presley Enterprises Inc e a brasileira 2Share Entertainment. Entre as peças que virão, estão o carro MG vermelho, que ficou famoso e guardado na memória dos fã de Elvis que assistiram ao filme Feitiço havaiano, e o figurino American Eagle, usado por ele no especial Aloha from Hawaii, primeiro concerto via satélite, em 1973. Também tem um telefone folheado a ouro, do quarto de dormir de Elvis, e o modelito todo branco, num especial de TV de 1968, que seus covers adoram copiar...
Em 2012, serão 35 anos de morte de Elvis Presley, que pra muita gente até hoje não morreu. E pra você?...

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materia do R7








Elvis Presley será tema de exposição

A "The Elvis Experience" trará, em 2012, mais de 500 itens pessoais da lenda do rock ao Brasil




No ano em que se completa 35 anos de sua morte, Elvis Presley ganhará a maior exposição já realizada no Brasil. A "The Elvis Experience" trará, em 2012, mais de 500 itens pessoais da lenda do rock a São Paulo, a partir de 18 de setembro.

materia do Gazeta:










Exposição traz mais 500 itens pessoais de Elvis Presley ao Brasil

A exposição, intitulada "The Elvis Experience", será inaugurada em São Paulo no dia 18 de setembro de 2012




A exposição, intitulada "The Elvis Experience", será inaugurada em São Paulo no dia 18 de setembro de 2012

Uma exposição vinda diretamente de Graceland, a casa museu de Elvis, em Memphis (EUA), traz ao Brasil em 2012 mais de 500 itens pessoais de Elvis Presley. Será a primeira vez que uma exposição de tal tamanho irá ser montada fora dos Estados Unidos.

Os fãs de Elvis terão a oportunidade de ver entre outro itens, o carro MG vermelho que aparece no filme "Feitiço Havaiano, Blue Hawaii" e seu famoso figurino branco, usado no especial de TV de 1968.

"Essa rara exposição de artefatos da nossa coleção de Graceland, combinada com a experiência única do concerto da banda de Elvis, será com certeza uma bela comemoração do 35º aniversário de seu falecimento em 2012", atesta Jack Soden, CEO e Presidente da Elvis Presley Enterprises, Inc.

A exposição, intitulada "The Elvis Experience", será inaugurada em São Paulo no dia 18 de setembro de 2012. A celebração ao Rei do Rock incluirá a primeira performance na América do Sul do espetáculo "Elvis Presley in Concert", produção que reúne ao vivo no palco vários companheiros da banda do cantor com uma projeção do Rei do Rock.

Maiores informações como local da exposição, datas e preços serão anunciados em breve.


materia do Ternura FM









Graceland é aqui: eventos alusivos aos 35 anos de morte de Elvis Presley chegam ao Brasil

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Em 2012, fãs brasileiros de Elvis Presley se sentirão em Graceland. A Elvis Presley Enterprises confirmou nesta quarta-feira (21), que partir do dia 18 de setembro, aterrisa em São Paulo The Elvis Experience. Com mais de 500 itens pessoais do cantor, a exposição vem diretamente da casa museu de Elvis, em Memphis (EUA). É a primeira vez que uma mostra dessa magnitude será montada fora dos Estados Unidos.  O evento já está na página oficial de Elvis.
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Será a oportunidade para ver de perto itens únicos, muitos deles jamais exibidos na mansão de Graceland (que virou museu após a morte de Elvis em 1977), como o carro MG vermelho que aparece no filme Feitiço Havaiano (Blue Hawaii, 1961), um telefone folheado a ouro - parte da decoração do quarto do cantor -, além de documentos, utensílios, figurinos e fotos pessoais. Os visitantes também poderão ver de perto o famoso figurino branco American Eagle, usado em Aloha from Hawaii (1973), o primeiro converto transmitido via satélite no mundo.

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E além da exposição The Elvis Experience, a celebração ao Rei do Rock terá também o espetáculo Elvis Presley in Concert, no dia 02 de outubro. A produção reúne ao vivo no palco uma orquestra formada por músicos da banda do cantor interagindo com uma projeção de Elvis. Esta será a primeira performance desse show na América do Sul.

Enquanto a exposição The Elvis Experience ficará restrita a São Paulo, o espetáculo Elvis Presley in Concert passará também pelo Rio de Janeiro, Brasília e Porto Alegre. O responsável por trazer ao Brasil esses dois megaeventos é Rafael Reisman (2Share Entertainment), produtor de eventos brasiliense e fã de Elvis. Segundo Reisman, a ideia de The Elvis Experience nasceu sem querer, após ter assistido a uma sessão de Elvis in Concert, ele visitou Graceland pela primeira vez. De acordo com o produtor, a exposição deverá se instalar em um shopping paulistano para torná-la acessível a todos os públicos e estará em um espaço muito maior do que a parte aberta à visitação em Graceland.
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"No museu de Elivs eles me disseram que aqueles objetos eram apenas 10% do acervo, os outros 90% estavam guardados em cofres desde a morte do cantor. Algumas obras aparecem em Graceland, e o resto nunca foi exibido. No Brasil, teremos os objetos espalhados por cerca de 2 mil metros quadrados", explica.
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De acordo com a assessoria dos eventos, preços e locais serão divulgados a partir do dia 8 de janeiro, data em que é celebrado o aniversário de Elvis Presley.


materia do Diário de Santa Maria





e estas sáo as materias até o momento galera um  abraço

Uma exposição dedicada a Elvis Presley, será montada no Brasil em 2012.

O evento promete mais de 500 itens, incluindo objetos pessoais do Rei do Rock, vindos diretamente de Graceland, a casa museu localizada em Memphis, no estado norte-americano do Tenessee.

The Elvis Experience será inaugurada em São Paulo no dia 18 de setembro de 2012. Além da exposição, a cidade receberá o Elvis Presley in Concert, produção que reúne ao vivo no palco vários companheiros de banda de Elvis, diante de uma projeção em alta definição do cantor.

Será a primeira vez que um evento dessa escala é montado fora dos EUA. Entre os itens que serão expostos está o carro MG vermelho que aparece no filme Feitiço Havaiano, um telefone folheado a ouro do quarto de dormir de Elvis, seu famoso figurino branco (usado no especial de TV de 1968) e o figurino “American Eagle” (do especial Aloha from Hawaii).

Detalhes adicionais sobre os itens, local da exposição, datas e preços serão anunciados por volta da celebração do aniversário de Elvis Presley, em 8 de janeiro.

VÍDEO MOSTRA COMO SERÁ O "THE ELVIS EXPERIENCE"




Video da 2Share mostra como será o projeto "The Elvis Experience" e detalhes de mais objetos que serão expostos. Jack Soden (CEO DA EPE) faz comentários sobre o evento e explica porque o Brasil foi escolhido para receber a maior exposição de Elvis fora dos Estados Unidos.

asista o video aqui

ELVIS IN CONCERT ACONTECERÁ EM 3 CIDADES NO BRASIL

Começa hoje a maior exposição do mundo sobre Elvis Presley - InfoMoney

Segundo o Presidente da 2Share Rafael Reisman em entrevista ao Globo (fonte: Enfoco Notícias (http://www.enfoconoticias.com.br/) o espetáculo acontecerá nas cidades de São Paulo, Brasília, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Rafael explicou também como surgiu a idéia de realizar o projeto "The Elvis Experience":
"A ideia de "The Elvis Experience" nasceu sem querer. Assisti a uma sessão de "Elvis in concert" e aproveitei para visitar Graceland pela primeira vez. Ao final do passeio, perguntei o que o material exposto ali representava do total dos pertences de Elvis. E eles me disseram que aqueles objetos eram apenas 10% do acervo deles, os outros 90% estavam guardados em cofres desde a morte do cantor. Algumas obras aparecem em Graceland, e o resto nunca foi exibido" .
 Rafael acrescentou dizendo que a área destinada aos objetos será em torno de 2 mil metros quadrados!

materia do site elvistriunfal.com