Elvis 1956


sábado, 5 de julho de 2014

CORONEL TOM PARKER O HOMEM QUE CONSTRUIU E DESTRUIU ELVIS PRESLEY

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ANDREAS CORNELIS VAN KUIJK
Nascido em 26 de junho de 1909 -
Falecido em 21 de janeiro de 1997,
Foi um empresário muito conhecido como o melhor gestor de Elvis Presley
.
Durante muitos anos Parker alegou ser americano, mas na verdade ele nasceu em Breda, Países Baixos. Era holandês.



Na sua gestão com Elvis Presley ele recriou o papel de gerente e foi visto como fundamental para o surpreendente sucesso da carreira de Elvis Presley.
Parker apresentou uma implacável devoção aos interesses de seu cliente.
Teve muito mais do que os tradicionais 10% do seu salário ,atingindo 25% e até 50% até ao final da vida de Elvis.

Elvis disse sobre o Coronel:



"Eu não acho que teria sido muito famoso com outro empresário. Ele é um homem muito inteligente."
Andreas Cornelius van Kuijk nasceu na Holanda. Aos dezoito anos ele veio para os Estados Unidos, mudou o seu nome e ingressou no exército.
Após servir no exército ele viajou com um circo, para Tampa, Flórida, onde trabalhou como um treinador de cães e foi dono de um cemitério para animais.




Backstage in Las Vegas during the January/February 1971 engagement:

No final de 1940 ele iniciou uma bem sucedida carreira musical como promotor de eventos.
Durante este tempo o Governador da Louisiana, Jimmie Davis lhe ofereceu o honroso título de "Coronel". Seus primeiros clientes foram Eddie Arnold, Minnie Pearl, e Hank Snow.


Seus críticos o acusaram de explorar o seu famoso cliente, enquanto que seus fãs dizem que ele foi a força motriz por detrás do sucesso Presley.
Após a morte de Elvis tornou-se controverso a relação com a família.
O litígio foi solucionado seis anos depois da morte de Elvis, quando ele vendeu gravações de Elvis para a RCA por dois milhões de dólares e diminuiu suas pretensões para a massa falida.

Em 1980, mudou-se para Las Vegas, Nevada, onde trabalhou como consultor para de entretenimento para o Hilton Hotel.

Parker foi cremado no Palm Desert Memorial, Las Vegas, Nevada, E.U.A.
O Coronel Tom Parker faz parte do folclore. As histórias que se contam sobre ele já fez muita gente dar risada: de como vendia cachorro quente só com as pontas das salsichas aparecendo, o interior do pão sem carne nenhuma, como pintava pardais de amarelo e os vendia como canários, ou como fazia seus perus dançarem colocando-os sobre uma chapa de ferro quente aquecida por uma resistência elétrica.
Durante as filmagens de "Em cada sonho um amor", em Cristal River, na Flórida, o Coronel insistiu em visitar um velho paquiderme que tinha conhecido em seus tempos de circo. Tom Parker só ficou sossegado quando chegou ao Zoo e alimentou o animal, que demonstrou reconhecê-lo, abanando a cabeça e arrastando o pé acorrentado. Na década de 30 o Coronel trabalhava com o Royal American Shows, um circo que viajava pelos Estado Unidos e Canadá num trem particular de 70 vagões. Sobre o que fazia nesse circo existem divergências: alguns afirmam que o Coronel vendia algodão doce e maçãs carameladas; outro o colocam como intendente da companhia, um trabalho de muita responsabilidade para alguém com vinte e poucos anos.

 

Tom Parker também era um homem com extraordinários poderes psíquicos.

Ele era, por exemplo, um ótimo hipnotizador. O Coronel uniu seu estilo bonachão aos seus poderes de controlar a mente produzindo cenas de irresistível humor;
Durante as filmagens de Kid Galahad, certa vez o coronel hipnotizou Sonny West, o guarda costas de Elvis, instruindo-o para que dissesse ao diretor Phil Karlson que o filme cheirava mal, a atuação era horrível, a direção era nojenta e toda a produção era uma terrível perda de tempo.
Num intervalo da filmagem, o grande, corpulento Sonny caminhou até o diretor e lançou-lhe a impressionante e insultosa conversa. O diretor ficou boquiaberto com o choque, enquanto o Coronel bebia a cena, rindo consigo mesmo e esforçando-se para que seu rosto não o traísse. Finalmente Karlson gritou:
"Quem é esse sujeito? Tirem-no daqui!" Quando lhe explicaram a piada, o diretor ficou espantado por Sonny West ter atuado tão convincentemente e sem dar um sorriso sequer. "Ele estava hipnotizado" explicou o Coronel. "Ele não poderia ter feito isso de outro jeito". Virando-se para Sonny o diretor do filme perguntou: "Isso é verdade?" "Sim Senhor, é verdade sim", admitiu Sonny. Os dotes psíquicos do Coronel não eram limitados apenas à hipnose.




O Coronel Parker foi o Mestre de seu próprio universo.
Este universo incluíam a criação do seu próprio Club, o SNOWMEN'S LEAGUE.

Consistia em um grupo de circo e produtores de carnaval em que o Coronel anteriormente participava.
O Snowmen League não tinha reuniões para celebrar e promover esta arte.
No entanto, tinha membros na lista que impulsionou alguns dos mais poderosos e bem conhecido nomes em Hollywood, incluindo executivos importantes, agentes, jornalistas, actores e músicos.


CONTINUA..................

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